terça-feira, 31 de maio de 2011


Teoria da indeterminalidade de graceli
e quinta dimensão de graceli.                           
                

Cálculo infinitesimal espacial dimensional transcendental indeterminável graceliano.                                                  


Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Trabalho apresentado a SECT – ES BRASIL.
FAPES – ES . BRASIL.

Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil – direitos autorais.

Colaborador – Márcio Piter Rangel

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.




Este cálculo é determinado pelo movimento das partes e a variação ínfima de cada parte, fazendo que o todo seja um diferente em cada momento, ou em cada fase ou situação.
Conforme o potencial de variação de cada ínfima parte que ele venha a ser determinado.



A própria situação, fase, movimento, variação vai determinar cada fase com isto ele é mutável e indeterminável.



Por exemplo - uma engrenagem com vários anéis, sendo que cada anel tem dilatações conforme ele se movimenta, e estas dilatações são variáveis conforme o movimento, situações adversas, fases, tempo, clima, pressão atmosférica, etc. sendo que cada situação depende de condições próprias e de variáveis próprias para cada momento e situação de variáveis.

Ou seja, variáveis dentro de variáveis.



Exemplo - o anel a tem uma ponta de dilatação em uma das extremidades. Esta dilatação aumenta e fluxiona conforme condições e valores externos de ;
Tempo, aceleração, clima, pressão interna, e externa, e outros fatores [variáveis]. E que podem variar conforme o conjunto de variação de todos.



Assim, em cada momento temos um formato para um  sistema de anéis interligados e com movimentos próprios e variações próprias.



Anel 1 = a + dilatação.
Dilatação = d
D = variáveis [v] = c + p . t .T e outros.
p = pressão interna ou externa.
C= clima.
T = temperatura, t = tempo.


Sendo que todas as variáveis mudam conforme as condições e variação dela mesma e das outras. E [ou] conforme valores pré-determinados.

Com isto cada anel mutável sofre suas deformações em cada momento, e em cada momento e conforme as mudanças cada anel sofre fluxos de mudanças e de acelerações e desacelerações.

Com isto temos um cálculo infinitesimal espacial dimensional transcendental e indeterminável.


Sendo que cada anel terá as suas variáveis. E sendo este sistema imaginativo  ele pode ser espacial. Ou concreto.



Cálculo indeterminável para mais de cinco dimensões.


Ou seja, além do potencial de movimento, fluxos variados, oscilações, cada anel pode inflar e voltar num sistema de fluxos, além de oscilar, pulsar em cada parte de cada anel, acelerar e se deslocara rotacional e translacionalmente e lateralmente.




Relatividade [indeterminalidade] fenomenal temporal para um só observador.

Fenomenal por que a relatividade se encontra no fenômeno e não em relação ao observador.
Temporal, pois em cada ínfimo segundo ele capta uma realidade e um formato e dinâmica de todo o sistema por causa das variações das partes. 
E um só observador por que não precisa mais de um para ser relativo e indeterminável.



Ou seja, um observador ou máquina fotográfica ira registrar em cada momento uma realidade, um formato e uma dinâmica do todo do sistema solar, por causa das variações em que passa cada astro, asteróides, elemento químico.

O mesmo acontece com os gases acelerados num recipiente,  uma dilatação, ou um pulso quântico de uma partícula.

Em cada ínfimo de tempo se tem uma posição, um formato, uma aceleração e desaceleração, ou seja,  uma realidade diferente.




Quinta dimensão e teoria da indeterminalidade.


Um observador sempre registra um fenômeno no passado que ele aconteceu. Pois depende do tempo gasto até o fenômeno ser registrado e chegar até o registrador e o tempo de registro. Com isto temos mais uma incerteza, uma relatividade e uma indeterminalidade.  A própria consciência registra o passado.



Primeiro - Assim, a realidade em si se encontra em ínfimas variações e fluxos, e oscilações que neste ponto já temos uma indeterminalidade. Que se encontra no cálculo indeterminado.

Depois a distância, o posicionamento do observador, e o tempo do observador registrar o fenômeno.


Depois depende da distância e da velocidade de chegar até o observador. E a velocidade é mais uma variável, e que depende do potencial de processamento de energia que produz a velocidade. Assim temos mais uma dimensão.


Que é o potencial de energia na produção de velocidade.


Assim temos uma quinta dimensão. Três do espaço, uma do tempo, e outra do potencial de energia na produção de velocidade.


Com todas estas variáveis temos a indeterminalidade física, e a indeterminalidade da realidade, na sua ínfima essência de ser.


Quando olhamos para o Sol o vemos oito minutos atrasados, pois é o tempo da velocidade da luz chegar até a Terra.
E mesmo se o víssemos no exato momento não é possível ter um conhecimento absoluto naquele momento do Sol. Pois cada ínfima radiação tem o seu potencial e fluxo, rotação, velocidade, dilatação, oscilação, energia, etc. e em cada momento cada radiação se encontra em transformação e em fluxos variáveis.



Ou seja, o conhecimento e a razão são indetermináveis.
E a realidade na sua ínfima e absoluta essência de ser torna-se infimamente variável, tornando também indeterminável em cada momento.



Assim, o Sol é uma estrela, mas não temos o seu formato absoluto em determinado momento, nem a sua energia, pois depende de infinitas e ínfimas variáveis. Logo, temos uma falsa aproximação de sua realidade.


Princípio da equivalência  graceliano.
Fora da faixa e camada graceli se tem.


Energia = dinâmica = estabilidade = não inércia. = grandes inclinações, retrogracidade, inversalidade de rotação, grandes excentricidades [crescentes].


Ou seja, há uma equivalência e relação entre os fenômenos quando se encontram fora da faixa e camada graceli e do disco eclíptico graceli.


O disco eclíptico graceli não é só o alinhamento translacional, mas também um alinhamento rotacional, onde o eixo do equador de vários astros se alinha, produzindo um eixo [disco] onde as faixas graceli têm ação umas sobre as outras.



Este alinhamento cósmico rotacional de faixas e camadas graceli tem ação sobre fenômenos externos, no clima, em fenômenos tectônicos e nas marés de vários astros. Por isto que em épocas há um grande retorno de grandes ações no clima e nos fenômenos tectônicos e nas marés.


Assim, temos as faixas graceli interna [dentro dos astros, principalmente ações de magnetismo]. E que tem ação sobre o carreamento de gases dos pólos para o equador. Movimentos de marés.

Faixas graceli externa.
Camadas graceli.
E alinhamento de disco eclíptico rotacional graceli.




Voltando ao princípio da equivalência.
Quando temos pouca produção de energia os fenômenos graceli são diminuídos, com isto a equivalência se torna mais presente, pois, quando temos grandes inclinações, também temos uma grande excentricidade e crescente. Uma constante e continuada retrogracidade e rotações inversas [ fenômenos graceli].


É ressaltar que esta física não se baseia na gravidade e nem na relatividade, pois a gravidade é determinada por forças e a relatividade geral por geometria curva.

Enquanto as teorias graceli se fundamentam em energia e fenômenos graceli, disco, faixas e camadas graceli. Logo, o princípio da equivalência graceliano é diferente da equivalência desenvolvido pela relatividade geral.


Teoria da indeterminalidade e a quinta dimensão de graceli.
A quinta dimensão de graceli. A variacionalidade e a indeterminalidade.


A quinta dimensão de graceli é a potencialidade de produção de energia que produz as dinâmicas, oscilações, fenômenos graceli, órbitas e rotações, movimento de lateralidade e fluxos de movimentos, pulsações de partículas e de dilatações.


Vamos ao exemplo.
O formato de trajetória de vários nadadores num meio em movimento vai depender da potencialidade de aceleração do meio em cada momento e em cada ponto e a potencialidade de produção [de energia] de velocidade de cada nadador em cada momento e em cada ponto.

Assim, a distância mínima entre dois pontos não é uma reta e nem uma curva, mas depende de potencialidades de produção de energia que vão produzir a aceleração e desaceleração em cada ponto e em cada momento.  E é o que vai marcar a posição em cada ínfimo ponto.


Quinta dimensão = potencial de produção de velocidade do meio + potencial de produção de velocidade do nadador [energia].


O mesmo acontece com o sistema astronômico. A lua que se move em torno da terra, a terra do sol, o sol das galáxias, as galáxias dos aglomerados. Com isto temos um formato variável e indeterminado em relação a qualquer observador fora do sistema solar, ou observando o movimento de satélites de outros planetas.


O mesmo acontece com a oscilação dos gases que aumenta a proporção que aumenta a pressão interna.


E também acontece com a vibração de elétrons.
Assim, temos uma quinta dimensão que é o potencial de produção de energia na produção das dinâmicas e órbitas.


E o ponto mais curto entre dois pontos é uma linha diferencial variável e indeterminada. Pois em relação a observadores ou a um observador que observa um astro, ele deve levar em consideração o conjunto de todos os movimentos em que aquele astro esta inserido, como das estrelas, galáxias e aglomerados.


E cada um depende da quinta dimensão graceli de todos. Logo, é diferencial, variável, infinito e indeterminado.
E, pois, depende do potencial de aceleração de todos.


PE= qd = d = v= i
PE = Potencial de energia de velocidade.
Qd = Quinta dimensão.
D = linha diferencial.
V= variável.
I = indeterminado.


Assim, temos o potencial de aceleração dos sistemas astronômicos.

I = [p a s 1] + [p a s 2]+ [p a s 3] ......  infinitamente.
  
I = indeterminado.

Com isto a distância entre dois pontos não é uma reta e nem uma curva. Mas um formato diferencial variável e indeterminado, que esta indeterminação depende da quinta dimensão. 


Teoria da mutabilidade.

Assim, temos a equivalência, a quinta dimensão, a potencialidade, a variabilidade e a indeterminalidade.

E que abre espaço para a produção de uma nova geometria e cálculo infinitesimal.

Em que os ângulos não são retos, e não são curvas perfeitas, ou seja, variam conforme valores determinantes e mutáveis. Ou seja, o ângulo sempre vai estar em diferencialidade. E depende dos agentes na produção da variação.


Porém, é bom ressaltar que o determinante dos fenômenos astronômicos não é a geometria e nem a gravidade, mas a produção de energia e que produz a quinta dimensão e a indeterminalidade, e que também produz as órbitas, dinâmicas, fenômenos astronômicos e cósmicos graceli.


Assim, temos numa quinta dimensão, a variabilidade e a indeterminalidade.

E em relação à galáxia a lua terá um formato de movimento em cada ponto do espaço e a cada momento conforme a sua potencialidade de produção de energia, e de cada elemento que compõe todo o sistema.

Assim, com ínfimos e infinitos agentes somatórios na produção dos movimentos, logo se torna variável, diferencial e indeterminado.
 Logo, a física, astronomia, e cosmologia – CAFQ graceli torna-se indeterminada na sua ínfima essência de ser e no todo.
Assim, temos uma geometria, um cálculo e uma nova CAFQ graceli.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Dimensões graceli de energia.

Fórmula graceli para universo de oito dimensões.



[ * ] asterisco entre parênteses tem o significado de e ou  qualquer sinal das quatro operações + - . /  [ soma, subtração, multiplicação ou divisão], e o sinal de porcentagem [%], ou potenciação, ou outros quaisquer, e o sinal ou um com o outro. Ou todos os sinais envolvidos numa mesma operação.


Assim, temos as três dimensões espaciais e uma temporal. E as outras quatro de graceli.


Espaço [*] tempo [ * ] potencial de energia [ * ] curvatura da energia [ faixas e camadas graceli] [*] magneto graceli [*] fenômenos de energia da invisibilidade.


Variações para universo de oito dimensões – [vod].

V o d = e [*] t [*] pe [*] ce [*] mg [*] fei [*] =



Desta fórmula podem-se fazer quaisquer outras fórmulas para universo de oito dimensões.

Assim, temos fundamentalmente quatro dimensões relacionadas à energia.

A potencialidade de energia do cosmo, que tem ação direta sobre a natureza dos materiais e energia. – a de causa primária.

A curvatura da energia que juntamente com a potencialidade tem ação direta sobre as formas, as estruturas e natureza da dos materiais. Dinâmicas, órbitas, formas, fluxos e fases e inversos e órbitas. – a de causa secundária.

O magneto graceli que é o de origem de todas as dimensões especialmente as energéticas. E tem ação sobre as espaciais e a temporal.

E as de energia de invisibilidade, que tem a ação de romper [atravessar a resistência] o espaço, o tempo, a natureza dos materiais, da energia e das formas.

O espaço e o tempo são dependentes das quatro dimensões graceli de energia.

Pois, só medimos o tempo de um momento a outro com o intervalo de velocidade e acelerações. E o que determina os movimentos é a energia.

E só medimos o espaço entre dois pontos conforme o meio físico e os determinantes de velocidade. E estes são determinados pela energia e todas as suas propriedades.

E as dimensões da energia são determinadas pela própria natureza da energia e função aglutinadora do magneto graceli.

Por isto segue esta fórmula acima.
Assim, temos o primeiro código graceli da natureza. Que o magneto graceli na sua produção de energia.

Autor  - Ancelmo Luiz Graceli.

Quinta dimensão - A potencialidade de energia e a energia.

Sexta dimensão  - O magneto graceli que dá a resistência dos materiais, a flacidez, solides, a natureza, a energia e sua potencialidade, órbitas, etc.

Sétima dimensão – as faixas e camadas graceli – que dão uma proteção, um envoltório, se dispõem como curvo em torno da matéria. E altera a natureza dos fenômenos.

Oitava dimensão – uma das qualidades da energia e da matéria é a sua invisibilidade e a capacidade de romper e atravessar energia e materiais, com isto temos a oitava dimensão, presente no raio-X, radiação, energia escura, etc.

Exemplo – suponhamos um astro com energia interna e externa tendo em volta de si faixas e camadas graceli, e que sofre a ação de energia interna e externa.

Com isto vemos que a natureza tanto ínfima quanto macro, interna e externa do astro se encontra em constante alteração. Ou seja, estas alterações passam pelos quatro dimensões Graceli de energia.


O mesmo acontece com um balão de gases que tem um comportamento conforme a natureza, intensidade e densidade dos materiais, da resistência do balão, da ação externa, e alguns materiais vão atravessar o balão conforme a natureza destes materiais e da resistência do balão.

ESTA QUATRO DIMENSOES GRACELI TÊM AÇÃO DIRETA SOBRE AS DINAMICAS E ÓRBITAS, TEMPO E ESPAÇO.

Elas passam a ser variáveis conforme as dimensões graceli.

É bom ressaltar que a indeterminalidade se fundamenta em três pontos.

1 – na natureza ínfima. Que é uma realidade indeterminada e própria.
2-  na infinidade e indeterminalidade de referenciais.
3- na infinidade de variações que sofre um fenômeno.

Ou seja, a natureza na sua essência é ínfima, infinita e indeterminável. Independente de referenciais.


Geometria diferencial.

E que abre espaço para a produção de uma nova geometria e cálculo infinitesimal.
Em que os ângulos não são retos, e não são curvas perfeitas, ou seja, variam conforme valores determinantes e mutáveis. Ou seja, o ângulo sempre vai estar em diferencialidade.


Em se tratando de dimensão temos duas novas dimensões fundamentais sobre a CAFQ graceli – além da quinta dimensão.


Potencial de produção de energia.
Que é a faixa graceli. Sexta dimensão.

E o eixo de alinhamento do disco rotacional graceli que existe entre os astros. Que é a Sétima dimensão.



Teoria da equivalência de graceli e leis de graceli.
A equivalência graceli = energia = dinâmica = não inercialidade.


Quanto maior a energia em uma partícula maior é a sua dinâmica e maior é a sua inercialidade, e maior é a sua instabilidade e oscilação e radiação. Isto se confirma com os gases e a radiação dos elétrons.

Fora da gravidade maior será a equivalência graceli, maior será a rotação e translação, e menor será a inércia.

A própria natureza é estar em dinâmica.

A rotação faz parte da natureza da dinâmica. Com isto o movimento curvo e indeterminável se deve a energia graceli [eg]. E não a inércia.

Fora de qualquer sistema de energia, gravidade, faixas e camadas graceli a rotação e translação se equivalem e são proporcionais à própria energia do astro.


Isto se confirma nos cálculos de rotações que desenvolvi e que se encontra na quarta teoria de astronomia de graceli.

Como também se equivalem as variações, fluxos e retrogracidade de translação e inversalidade de rotações.



A teoria de inversalidade continuada de rotações foi uma descoberta de graceli.

Como também foi uma descoberta de graceli a retrogracidade continuada e progressiva da translação e a inversalidade continuada e decrescente e progressiva da rotação.

E também foi uma descoberta de graceli a o fluxo continuado decrescente.



Lei unificada.

A energia graceli controla e produz todos os fenômenos e radiações, movimentos, formas de astros e formas de anéis, e formas irregulares de nebulosas e em discos numa fase mais avançada, produz todas as dinâmicas, a evolução dos elementos, do cosmo, das fases e estágios cósmicos e dos elementos. Como também produz as faixas e camada graceli.

O espaço denso é o elemento primordial da natureza e que produz a matéria e a energia. Porém não tem forma definida, curva ou reta.


Este trabalho esta incompleto. E falta apresentar algumas fórmulas.



Teoria física graceli da completude [completa].

Uma teoria deve fundamentar todos os fenômenos, sua origem, causas, efeito, fases, variaçóes mutações, desenvolvimentos e previsões.



A sexta dimensão.
É a faixa e camada graceli, que tem uma ação direta sobre a rotação, as inclinações e a excentricidade e arredondamento. Acompanhamento, sentido de direção de movimento, alinhamento, fluxos de movimentos, lateralidade e alongamentos e fechamentos [fluxos da elipse] que aumenta e diminui conforme as faixas e camada graceli, e conforme a produção de energia do primário e do próprio astro.




Teoria dos fluxos.

De fluxos de movimentos, lateralidade e alongamentos e fechamentos [fluxos da elipse ] aumenta e diminui conforme as faixas e camada graceli, e conforme a produção de energia do primário e do próprio astro.


Com infinitos e ínfimos agentes somatórios na produção do movimento, logo se torna indeterminável também por infinitos agentes e variações e infinitos referenciais.


A rotação dos sistemas também segue um fluxo e um alinhamento.

O próprio disco segue um alinhamento rotacional.

Como também cada astro dentro do sistema ou disco segue um alinhamento que é produzido pelas faixas e camadas graceli.




Teoria química de graceli.

Teoria graceliana da origem da matéria e dos elementos químicos.

Cosmoquímica.


O átomo não é uma partícula, mas um aglomerado de espaço denso compremido que forma um sistema de produ;ao de energia.

Ver teoria dos energeticuns [publicado na internet e teorias cosmológicas de graceli].

O  átomo é um sistema de produção de energia, onde elementos leves produzem os pesados e os pesados retornam e produzem alguns leves.

Porém é continuada a produção de elementos leves no espaço, por aglutinação de espaço denso [ver teoria cósmica do universo renovável de graceli].


Os elementos não são todos fundidos dentro de altas temperaturas no núcleo das estrelas, mas sim alguns – leves são fundidos no espaço por aglutinação de espaço denso.


Na produção continuada de elementos há um fluxo avanço e um retorno e intensidades variadas na produção dos elementos.



Teoria da barreira graceli e da produção variada de elementos.


Vários tipos e intensidade e fluxos na produção dos elementos.


E esta variação e fluxo direciona a produção de elementos diversos.


Isto explica a grande quantidade de alguns elementos. Pois,  enquanto o seu vizinho numa escala atômico é muito menor, e o outro vizinho é muito maior. Formando um sobe e desce numa curva dos elementos.


Ou seja, conforme o fluxo e a variação de intensidade de produção os elementos serão processados de uma forma diferente da outra, levando a tipos diferentes de elementos. Por isto que temos o elementos ferro, onde os processos são estancados nele, e mesmo assim, temos elementos com número atômico maior do que os dele.


E porque ocorre as familias dos elementos.


Ou seja, um processo leva a formação até o ferro. Enquanto outro processo consegue romper a barreira do ferro [barreira graceli] produzindo elementos mais pesados.


Mas o que determina o elemento e sua familia não é só número atômico, mas o número atômico, os isótopos e as familias sao determinados pelo infimo sistema de produção de energia [ispe].


Esta teoria se sustenta na abundância  dos elementos leves num universo infinitamente velho. Ou seja, os leves são em grande quantidade em relação aos outros pesados. Ver teoria do universo sustentável e renovável de graceli [publicada na internet].


Assim, há uma continuidade de produção de elementos - de leves e pesados. Leves por aglutinação de espaço denso e dentro das estrelas, e os pesados pelo processo de energia.


Assim,os elementos não são estáveis, mas sim todos são instáveis, pois são sistemas de produção de energia [quimicofísica].


A diversidade de produções pela variedade e diversidade de processos leva aos picos na abundância dos elementos e a produção as familias. E a diversidade dos picos depende de uma condição inicial e durante ao processo onde se forma um tipo, ou outro tipo de elemento. Onde surgem os elementos e a sua abundância.


Isto se sustenta no que se observa na natureza, e o próprio elemento ferro, onde parece que nele se estanca todos os processos para formação de elementos mais pesados, e que é uma barreira [ barreira graceli]. E a sua grande abundância, mostrando um grande pico em relação aos próximos em número atômico.


Que no sistema de produção de elementos que se direciona ao ferro, nele se estanca todo o processo, porém por outro caminho e intensidade de outros sistemas de produção a continuação dos processos se tornam normal o avanço de elementos mais pesados do que o ferro.


Ou seja, pelo caminho que leva ao ferro há uma barreira que se estanca no ferro. Porém por outro caminho de processamento ocorre a produção normal e continuada de elementos mais pesados do que o ferro.

A barreira graceli do ferro explica o pico na abundância do elemento ferro.


Isto também fundamenta que há um surgimento continuado de elementos leves por aglutinação de espaço denso.


E que os elementos também são processados no espaço, isto prova a grande quantidade de leves espalhada no espaço.


E que também de alguns pesados pode ser fundidos outros mais leves, pois o átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia – teoria dos energeticuns de graceli.



Leis de graceli para os elementos químicos.


Os elétrons, prótons e nêutrons não têm as mesmas propriedades, por isto que há uma diversidade de elementos.

As propriedades se desenvolvem conforme o sistema de produção de energia, que é o sistema atômico.


Ou seja, não é só o número atômico e o número de nêutrons [isótopos] os determinantes dos elementos químicos e suas familias, mas eles são determinados pelas propriedades desenvolvidas no sistema de produção de energia.

O sistema de produção de energia depende de fases, fluxos, intensidade de produção e avanço e retorno onde será desenvolvido uma direção que levará a um elemento ou a uma familia.



E isto leverá às familias, as propriedades, aos picos da abundãncia e a diversidade de elementos, onde por outros caminhos conseguirão romper a barreira do ferro [barreira graceli].

Conforme o tamanho do pico entre dois elementos vizinhos pode haver milhares de elementos com propriedades diversas. Ou seja, elementos diversos.


Teoria graceli dos picos e abundância dos elementos.

E um elemento pode conter infinitos elementos, exemplo se encontra no isótopo do hidrogênio, que tem o hidrogênio normal e mais dois, conforme o número de nêutrons.

Esta variação aumenta conforme aumenta os picos de abundância de cada elemento. Pois conforme o pico dá margem para uma grande produção de outros elementos. Com outras propriedades, elétrons, prótons, e nêutrons.

Assim, como o átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia, o elemento não é único, pois ele produz propriedades conforme a intensidade do [spe], onde cada fase torna-se um elemento.



O ispeG determina.

as propriedades.

a infinidade de elementos.

Mas também os picos da abundância dos elementos,

os isótopos,

as transformações,

a barreira graceli e a sua travessia,

decaímentos.

As famílias. E a diversidade do número atômico em cada familia.

As cargas.


Assim, não é o número atômico o determinante dos elementos, mas o sistema de produção de energia graceli [ispeG].


Assim, os isótopos são um exemplo da diversidade infinita e ínfima de elementos. Pois temos o hidrogênio normal, o deutério e o trítio. Todos os três tem apenas um próton no núcleo. Mas o deutério tem também um nêutron, e o trítio, dois.



Teoria das causas das familias e picos por direcionamentos de intensidades dos ínfimos sistemas de produção de energia dos elementos [speeG].

Há também os decaímentos do U-238 se tranforma num isótopo do elemento Th-234.


Com os decaímentos U-238 e Th-234 se comprova que a química é um sistema de produção continuada de energia  de aglutinação e desintegração, e decaímentos, onde leves chegam a pesados e pesados a leves. E que há vários elementos em um só, e entre dois há muito mais, e que aumenta conforme o tamanho do pico da abundância dos elementos.


O sistema também se comprova com expelição de fótons no espaço sempre quando um elétron pula de uma camada para outra.
Assim, como há variações com prótons e nêutrons tambem há com elétrons.


A formação dos elementos ocorrem por aglutinação de espaço denso no espaço [ver teoria cósmica de graceli e universo fluxonário estruturante]. E a sopa de elementos que ocorrem nas atmosferas dos astros e seus núcleos, que são processados em infimos segundos.


Assim, conhecemos os elementos que temos acesso a eles, ou em estágios mais estáveis e lentos, e poucos decaimentos e isótopos.


Mas não a total realidade em que se encontram os elementos enquanto são produzidos e expelidos na atmosfera. Sem considerar que já são elementos numa fase quase estancada e lenta.


Por outros lado como há os pósitrons  – elétrons de carga positiva, também há os prótons de carga negativa, e nêutrons com as duas cargas.

Pode-se ilustrar o magnetismo que contém as duas cargas.
Ou seja, as cargas dependem de como se encontra o elemento no processo [speG] de uma sopa de energia e elementos.

Pois, temos um resultado quase final e que é expelido para nós sobre a terra, do que acontece e aconteceu no espaço, na atmosfera ou no núcleo dos astros.
Assim, não temos um átomo, mas um [speG] e um [ínfimus G] de espaço denso aglutinado que compoê a matéria, produz a energia e forma cada parte de um elemento, e com todas as cargas.


O ínfimus G determina que não temos um finitude da matéria, mas uma infinitude.

Infimus G = ida = + ou –
Infimus G – espaço denso aglutinado = cargas positivas e negativas.


E= D = m.
Energia = densificação = matéria.


Elementos = spea = energia = espaço denso aglutinado.
speA= sistema de produção de energia atômica.




Quimicofisicoastrocosmologia.

Assim, temos uma quimicofísica, uma astroquímica e uma cosmoquímica.


Teoria quimicofísica cósmica de graceli.
Produção continuada e de reabastecimento.


Grande unificação graceliana por interações física e produção de energia – física, química, astronomia, cosmologia, cosmofísica.


A condição e estágio químico determina a física de um sistema, e a intensidade física determina a produção e intensidade de produção química.


A químicofisica determina todos os fenômenos cósmicos, astronômicos e micros físicos e químicos, e o alcance e intensidade das faixas e camada graceli.


Determina as formas, fases, variações e fluxos, fenômenos em que passam todos os fenômenos físicos, químicos, astronômicos e cósmicos.


EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.
QUÍMICA E ASTROQUÍMICA
RELAÇÃO ENTRE FISICA NUCLEAR E DOS ASTROS POR POTENCIAL DE ENERGIA PROCESSADA.
TEORIA UNIFICADORA.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Trabalho apresentado a SECT – ES BRASIL.
FAPES – ES . BRASIL.

Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.

Colaborador – Márcio Piter Rangel

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.


FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação Graceliana.

IFPE = Interações físicas e produção de energia.

FD = Fenômenos diversos.


EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

Os elementos químicos se formam a partir de suas fases, uma de intensas interações fisicas, altas temperaturas, com fusões, decaimentos, fissões, e radiações, e outra a fase é o envelhecimento natural e eterno.

Estas duas fases formam os elementos chamados leves, e os chamados pesados, saindo de fases de instabilidade até fases de estabilidade nos chamados pesados, ou seja, eles se formam por processos instantâneos e evoluem por fases infinitas.

A primeira fase, a chamada fase da instabilidade ocorre principalmente no interior dos astros, aonde pode ser fundidos elétrons, átomos, hidrogênio, ferro, chumbo, tório, e outros, onde passaram por fases de radiação, e desprendimento de energia no espaço.

Os elementos químicos evoluem de leves à pesados, e dos instáveis em estáveis, e a formação maior ocorre no interior das estrelas, onde átomos soltos se aglutinam e se transformam em elementos químicos.

Assim, os elementos químicos são produtos de fases o de origem inicial, onde são fundidos inicialmente por fusões nucleares espontâneas no interior dos astros, onde átomos livres são aglutinados por intensas temperaturas e fusões nucleares, e que com o passar do tempo passam a evoluir, passam de elementos leves e instáveis, a intermediários, como ferro, neônio, silício, e outros, até aos estáveis.



SOBRE A QUANTIDADE DOS ELEMENTOS QUÍMICOS SOBRE A TERRA.

Não existe uma reta na quantidade dos elementos porque depende de fases de processamentos de energia sobre a Terra, e estes processamentos não foram lineares, com fases de maior e menor processamento e intensidade de energia.

Por isso que mesmo os elementos evoluindo, esta evolução e desenvolvimento não foram lineares, e por isto os elementos não seguem uma reta na sua quantidade sobre a Terra, uns mais abundantes que outros.

Vê-se que elementos químicos como o urânio, e o tório, com maior número atômico, existe em menor quantidade e se encontram fora de intensa temperatura, e produzem radiação.


CONCLUSÃO.


Vê-se que a abundancia dos elementos químicos não é linear, porque os elementos químicos para serem formados e evoluídos dependem de fases de intensas interações fisicas, altíssimas temperaturas, e fases de evolução.

Vê-se também que mesmo na formaçao dos planetas, obedecendo a uma progressão, ela não é linear. Por isto que os elementos precisam passar cada fase e nas condições especificas para chegar a ser o próximo elemento.

Pois a natureza não é a mesma e sempre está mudando, e vemos que a Terra que era ontem não é hoje, como também o Sol. Estão esfriando, processando e perdendo energia e radiação.

ELEMENTOS COMO HIDROGÊNIO HÉLIO, LEVES SÃO MAIS ABUNDANTES.

E LÍTIO, BORO, E BERÍLIO SEMILEVES SÃO MENOS ABUNDANTES.

E CARBONO, OXIGÊNIO, FERRO INTERMEDIÁRIOS SÃO MAIS ABUNDANTES.

E PESADOS COMO CHUMBO, TÓRIO, URÂNIO SÃO OS MENOS ABUNDANTES.

Assim, vê-se que os elementos químicos passam por fases adversas e próprias para a sua formação e isto que faz com que exista esta diferença na abundancia na escala dos elementos.

Assim, existem os elementos formados por intensa produção de energia e fusões em altas temperaturas, os instantâneos, e os evoluídos com o passar do tempo.


Como já foi citado anteriormente vemos que o brilho das estrelas está ligado a altas temperaturas e interações de fusões e de decaimentos, onde os elementos químicos são formados e evoluídos, e onde os astros são acelerados em sua dinâmica e evoluídos em sua constituição química. 

PORÉM, A FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS E SUA EVOLUÇÃO DEPENDEM DE CONDIÇÕES DE FUSÕES, FISSÕES, PRESSÃO INTERNA ONDE OS ELEMENTOS SE ENCONTRAM EM FORMAÇÃO E EVOLUÇÃO, E TEMPERATURA E RADIAÇÃO RECEBIDA EXTERNAMENTE.

Assim, tempo de vida de um astro está registrado no seu núcleo e no seu exterior. Pois é no núcleo e no exterior que os elementos são produzidos e evoluídos vagarosamente na estrutura média e externa do astro.

Vê-se que a química do universo não é produto de um só instante numa grande explosão, é produto de um processo lento de formação de aglutinação e desprendimento de átomos.

Logo se constata que o universo como um todo também é produto desta formação lenta, pois num só momento não seria possível aglutinar diversas quantidades de átomos para formar elementos químicos diversos. Assim os elementos químicos, como o universo é um processo de evolução.

Assim, o mesmo fenômeno – fusões, fissões, altas temperaturas, radiação e variação térmica - que produz os elementos químicos também produzem a dinâmica e órbita dos astros, produz campo, calor, radiação, luz e evolui o próprio cosmo.



ASTROQUÍMICA.

Vê-se que a química natural de um astro depende da intensidade de interações físicas e altas temperaturas em que o mesmo se encontra para que sejam processadas as interações de fusões de átomos e decaimentos de energia, e varia de astro para astro conforme a intensidade.

E CONFORME ESTA INTENSIDADE NUM DADO TEMPO AS FUSÕES SÃO MAIS PROCESSADAS COM MAIOR INTENSIDADES SURGINDO ELEMENTOS SEMPRE MAIS PESADOS.

A energia das estrelas é produto das interações físicas, fusões, decaimentos, saltos de elétrons, aglutinação de prótons, e átomos, e é onde surgem os elementos num processo lento e duradouro, sempre na produção de novos elementos químicos, onde é mantidos pelas interações a vida das estrelas e seu brilho, luz, temperatura, radiação e órbita.



PRESSÃO PLASMÁTICA.


POIS OS PROCESSOS FÍSICOS NO NÚCLEO DAS ESTRELAS ACONTECEM COM MAIOR INTENSIDADE POR ESTAR CONFINADO COM AS CAMADAS QUE CONSTITUI O ASTRO. E SE ENCONTRA SOB PRESSÃO TÉRMICA. QUE É PRODUZIDA PELO PRÓPRIO ASTRO.

A PRESSÃO TÉRMICA É A PRESSÃO DENTRO DO ASTRO, ONDE A ATIVIDADE DE PLASMA ESTÁ COM MAIOR INTENSIDADE. OCORRE ONDE SE ENCONTRA UMA INTENSA PRODUÇÃO DE INTERAÇÕES DE ENERGIA, FUSÕES, FISSÕES, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÕES.

A PRESSÃO TÉRMICA OU PRESSÃO PLASMÁTICA É QUE NÃO DEIXA O ASTRO E ESTRELA EXPLODIREM, E QUE MANTÉM O ASTRO PRODUZINDO TEMPERATURA E LUZ POR MUITO TEMPO. E GARANTE QUE AS FUSÕES E FISSÕES SE PROCESSAM E OS ELEMENTOS SE DESENVOLVEM E SE FORMAM.


O combustível nuclear de uma estrela está relacionado com o seu confinamento, ou seja, a capa ou camada que a envolve, onde a sua temperatura é aumentada acelerando suas interações de fusões, produção de energia, radiação, aglutinação e decaimentos nos átomos.

O hidrogênio é sintetizado e produzido nos núcleos das estrelas por fusões de partículas e cargas muitos menores, por isto que o hidrogênio é um dos mais abundantes na natureza.

Uma estrela tenderá a morrer conforme este confinamento vai diminuindo, perdendo altas temperaturas e intensidade de interações e fusões nucleares.

Vê-se que antes de surgir as estrelas, surgiu primeiro a matéria, pois do contrário de que seria as estrelas, e a partir da matéria começou a surgir as primeiras formas de matéria densa, como elétrons, prótons, núcleos, que com a condensação  da matéria em núcleos começou a surgir as estrelas.

Só a partir dos núcleos das estrelas surgiu as altas temperaturas e as intensas interações, dando origem as fusões, e a aglutinação de prótons, onde os elementos químicos começaram a ser produzidos e a abundancia  deles.

Assim temos.

Primeiro - a matéria sem densidade, e depois com densidade.

Segundo - os núcleos das estrelas com pouca densidade, para depois se tornar com alta densidade e altas temperaturas.

Terceiro - os prótons se formam, dando inicio ao átomo, que daí surgirá os elementos leves, para depois ser produzido os pesados.

Quarto - os elementos são produtos das interações, fusões, produção de energia, de altas temperaturas dos núcleos das estrelas e da evolução e formação da própria matéria.


CONCLUI-SE assim que os elementos químicos são produzidos por interações físicas, produção de energia, fusões em altas temperaturas, num processo constante, e que os elementos estão a todo o momento se produzindo nos núcleos dos astros.

E que a diferença na quantidade dos elementos são as fases mais intensas em que se passou a natureza processual do astro, onde naquela fase houve um grande e intenso gasto de energia, seguido de um menos intenso.

E está diferença na quantidade retrata que os elementos são produtos de condições de energia e altas temperaturas que os astros já passaram e este processo continua no seu interior. E evolui fora do núcleo do astro.

Toda a matéria é produto deste processo lento e constante, inclusive os prótons e os átomos. Como também os astros e as galáxias.



SOBRE A UNIFICAÇÃO E EQUIVALÊNCIA DOS FENÔMENOS FÍSICOS.

VARIAÇÕES DE FENÔMENOS POR TEMPERATURAS E POR COMPRESSÃO.


PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.

As interações de fusões e produção de energia variam com a sua intensidade causada por compressão da matéria e acréscimo de temperatura, onde todos os outros fenômenos também variam nas suas intensidades, ou aumentando ou diminuindo conforme varia a temperatura ou a produção de energia numa partícula, elemento químico ou astro.

Vemos isto na compressão dos gases por acréscimo de temperatura, aceleração de astros quando próximos da radiação e temperatura do Sol, dilatação, saltos de elétrons de uma camada para outra, variação de calor e campo de astros, etc.

Ou seja, é mantida uma proporcionalidade de intensidade dos fenômenos conforme varia a produção de energia de uma partícula, ou astro. Isso se constata desde a luminosidade do astro até a formação dos elementos químicos.


FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação Graceliana.

IFPE = Interações físicas e produção de energia.

FD = Fenômenos diversos.



PRINCÍPIO DO LIMITE NO SALTO DOS ELÉTRONS.

O elétron exposto à radiação só pula de uma camada para outra, se o mesmo estiver no limite de intensidade de produção de energia e de temperatura.

Ou seja, tem um estágio de intensidade de interações físicas e produção de energia para o fenômeno acontecer.

Constata-se que existe uma relação entre os fenômenos e sua intensidade, como também a instabilidade em que se encontra.


SOBRE A LUMINESCÊNCIA.

A luminescência irradiada por uma partícula ou astro depende da intensidade dos processos de energia das interações físicas em que o mesmo se encontra.

Vê-se isto no Sol, numa partícula, em que o calor, campo fotõnico, radiação, rotação, velocidade, e desintegração ocorrem progressivamente e decrescendo, por isto que a luz de uma estrela distante não ilumina a Terra, pois a energia muito distante se desintegra no espaço.

E diminuem de intensidade e quantidade progressivamente, tanto a luz, a radiação e a temperatura.

Pois do contrário teríamos constantemente dias iluminados e com um calor insuportável, e não teríamos o fenômeno da noite. E não existiria a vida se o planeta recebesse grandes quantidades de temperatura.

[Parece insignificante o que estou escrevendo, mas tem teorias em atividade que sustenta a conservação e a quantidade e intensidade da energia, da luz e da radiação de temperatura].

Como pode ser visto em outro texto que a energia não se conserva, e o universo não se encontra em inércia.

A ENERGIA SE DESINTEGRA E SE O UNIVERSO É ENERGIA, LOGO ELE É POR NATUREZA E ESSÊNCIA DINÂMICO.



TERMODINÂMICA.

Toda física das interações e processos de energia condiz com a termodinâmica quando podemos ter fenômenos a partir da temperatura, que são compressão de gases, dilatação, radiação de planetas, variações térmicas e cinéticas dos gases, variações magnéticas e elétricas, reações nucleares e fusões espontâneas no interior dos astros.

A radiação também está relacionada com a temperatura e o potencial de vibração interna de um corpo, ou seja, o potencial de processos de energia e de interações físicas em que o corpo radiante se encontra determina o seu potencial de interações.

Com o fluxo molecular na teoria cinética da termodinâmica vemos que as moléculas são aceleradas para todos os lados dentro de um recipiente e esta velocidade aumentará conforme a pressão e a temperatura.


A VISÃO UNIFICADA DENTRO DA FÍSICA QUÂNTICA.

Na física quântica é constatado que a natureza é única quando vemos no modelo do átomo excitado, onde as interações e vibrações possuem uma intensidade conforme há uma maior temperatura.

Em que nas altas temperaturas os átomos vibram em torno de suas posições de equilíbrio. Como a teoria eletromagnética prevê que um corpo carregado e acelerado tal como um elétron vibrando emite radiação eletromagnética.

Como também no átomo a temperatura alta levaria ao espalhamento de suas partículas alfa.


Assim temos, aumento de temperatura = aumento de interação física= aumento vibração = maior radiação= grande radiação eletromagnética= maior salto de elétrons = acréscimo espalhamento de partículas= átomo com aumento na intensidade de excitação = grande vibração de elétron = acréscimo na instabilidade de partículas = acréscimo na pressão sobre gases = grande a intensidade do decaimento alfa = grande a aceleração própria das partículas.


FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.



TEORIA UNIFICADORA NO MICRO FÍSICA.

PRINCÍPIO DA PRESSÃO INTERNA DAS PARTÍCULAS.

Toda partícula é um meio físico, e consequentemente aumentando a sua temperatura. E todos os fenômenos dentro da partícula aumentarão como pressão interna na própria estrutura da partícula, campo interno, radiação, vibrações, saltos de elétrons, pulsos quânticos, e outros.

Assim, a radiação de um corpo ou partícula está relacionada com a temperatura em que o mesmo se encontra, onde a temperatura acelera, vibra, dilata, faz impulsionar, e aumenta a pressão dentro das partículas.

VEMOS QUE A PRESSÃO, VIBRAÇÃO, PULSO INTERNO DE UMA PARTÍCULA SÃO PROPORCIONAL À TEMPERATURA ABSOLUTA EM QUE A MESMA SE ENCONTRA.

A PRESSÃO INTERNA É PROPORCIONAL A SUA VIBRAÇÃO INTERNA E A TEMPERATURA em que se encontra, e o que faz com as partículas de gases desenvolvem grandes velocidades num recipiente.

E quando as mesmas são aceleradas por temperaturas é o acréscimo de processos de energia e de interações físicas no interior das mesmas, como vibrações, pulsos, decaimentos, saltos quânticos, liberação de energia entre cada uma no interior das partículas e radiação interna.

O acréscimo de temperatura faz com que os processos de energia sejam acelerados aumentando assim a intensidade de interações dentro e próximo das partículas.

Assim vemos que as interações físicas, variações de temperaturas, vibração, pulso, pressão dentro das partículas, campo interno das partículas, energia de ligação, radiação interna e externa, luminescência, spin, estado excitado, descaimentos, saltos quânticos, e potencial de aceleração, dependem do estado energético de interações e temperatura em que a partícula se encontra.


FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

PRINCÍPIO DA RELAÇÃO NO ESTADO EXCITADO.

O estado excitado de um elétron ou outra partícula depende da variação da temperatura, processos de energia, pressão interna, vibração interna, radiação interna, e outros fenômenos em que o mesmo se encontra.

Vê-se assim, a dependência e a ralação entre os fenômenos físicos e quânticos, e o mesmo nos astrofísicos e astronômicos, assim, existe unidade da fisica e a auto dinâmica também na microfisica, onde o mesmo fenômeno de interações que produz a aceleração dos átomos, também produz a aceleração dos planetas, galáxias e também a aceleração do próprio universo.

Assim, o spin [que é a rotação de uma partícula], radiação, momento de energia, pressão interna, pulso interno, radiação interna, campo, luminescência, energia de ligação, decaimentos, vibração, momento magnético, potencial de instabilidade quântica, estado excitado, temperatura interna e intensidade de interações de uma partícula dependem do potencial de intensidade de interações e temperatura em que a partícula se encontra. Ou seja, de toda energia processada na partícula.

As interações físicas de uma partícula determinam o nível de decaimento e fissões espontâneas da partícula, a sua energia de ligação e estado excitado.

Interações físicas e energia processada possuem o mesmo significado. Ver teoria da energeticidade.


POTENCIAL DE INSTABILIDADE QUÂNTICA.

O potencial de instabilidade quântica de que uma partícula determina que a mesma possa saltar de uma camada para outra, determina também a radiação, o potencial de vibração, pressão interna, ou seja, todo potencial de instabilidade dos fenômenos de uma partícula depende do potencial de interações e energia processada em que a mesma se encontra.


CAUSALIDADE QUÂNTICA.

Vê-se que a física quântica depende do estado energético de interações e temperatura em que se encontram, logo mesmo os fenômenos quânticos sendo descontínuos e aleatórios eles obedecem à condição do estado de energia naquela situação.

E tendem a um decréscimo progressivo na intensidade da produção dos fenômenos e no intervalo de tempo para produção de energia, levando os processos a uma estabilidade quântica.

Assim vamos de encontra a unificação totalizadora, onde os fenômenos quânticos se entrelaçam com os astrofísicos, astronômicos, e cosmológicos, com uma só causa que são as interações físicas e energia em processamento, sendo que o efeito é a causa do subseqüente. Onde partículas, elementos químicos, energia, matéria, luz, campo, temperatura, pulso quântico, pressão de gases, radiação, dilatação, aceleração, dinâmica de astros, fusões e fissões nucleares, spin e outros fenômenos se equivalem e onde um é a causa do outro e este do subsequente.


FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

Fenômenos diversos = termodinâmicos, quânticos, astronômicos, geofísicos, astrofísicos, cosmológicos e outros.


Esta é a obra do criador simples, única e totalizadora.




SOBRE OS ELEMENTOS QUÍMICOS E SUA PRODUÇÃO E INTENSIDADE DE ENERGIA.

O que determina os elementos são os processos físicos e conforme a intensidade e tempo destes processos os elementos podem passar de uma fase para outra, ou pular fases intermediárias.

Conforme a intensidade de processos físicos, fusões, altas temperaturas que produz um elemento químico, que é uma fase processual física sofrida e que produziu aquele elemento, podem produzir o mesmo elemento da escala periódica com mais ou menos energia.

Ou seja, um sistema de produção de elementos vai produzir características energéticas de elementos diferentes.

Um sistema de produção de elementos é um astro, o núcleo de um astro, atmosfera de um astro, e outras fases em que o astro já passou, se encontra na intensidade de processamentos físicos altas temperatura e de fusões.

OU SEJA, SE O ELÉTRON DEPENDE DA PRODUÇÃO DE ENERGIA PARA SER ARREMESSADO, LOGO OS ELEMENTOS TAMBÉM DEPENDEM DA ENERGIA PARA SE FORMAREM E EVOLUIR. POR ISTO QUE EM CERTAS REGIÕES HÁ ELEMENTOS EM MAIOR QUANTIDADE.


O espaço denso G é mais um estado da matéria. Anterior a matéria e que a produz. Ainda sem entrar na forma de partículas.

Ver teoria dos energeticuns – publicada na internet.
Ver teoria CAFQ graceli na internet.



Teoria quântica vibratória e pulsântica graceli.


A vibração e pulso de uma partícula e elétron depende do potencial de produção de energia daquele momento [ppem].

O ppem também determina o salto de um elétron, e expelição de fótons sempre quando um elétron salta de uma camda para outra.


E determina o spin, o momento e os decaímentos que passam uma partícula ou elemento.

O ppem determina tambem o potencial do sistema atômico [infimus G e energeticuns], e a diversidade de elementos químicos, uma vêz que todos são formados de elétrons.


E determina os picos na abundância dos elementos, e os isótopos,, a formação dos elementos, e a diversidade infima de elementos, e os infimus G.


As vibrações e pulsos sao proporcionais a milionésimos do h de Planck.
0,0001 a 0,000001 / h  de Planck.

A intensidade dos ppem seguem também estes valores.


Ppem = 0,0001 a 0,000001 / h  = vqG
VqG = variação quântica Graceli. intervalo entre dois extremos.
Assim, o vqG não é uma constante, mas uma varável.


Os gases também vibram conforme a pressão em que se encontram  e a sua oscilação, rotação e a velocidade.

A vibração segue fluxos de intensidade.


Cresce a vibração dos elétrons do ferro conforme aumenta a temperatura, e produz a dilatação na mesma proporção da vibração.                                           
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             
Espaço denso = matéria = energia = cargas = campos = atração e repulsão = pulsos e dinâmicas.






Teoria geral graceli. Da unicidade graceliana entre as teorias de graceli de.

1 - Energeticidade.

2 - Fluxonalidade.

3 -Variabilidade.

4 -Progressividade.

5 - Equivalência.

6 -Mutabilidade.

7 -Retrogracidade e inversalidade.

8 -Materialidade [elementos químicos e partículas].

9 -Fisicidade e transformabilidade.

10 - Oscilabilidade e descontinuidade.

11- Fenômenos graceli - faixa, disco, camadas, alinhamento rotacional.

As condições de causa e unidade se completam na teoria geral graceli, pois a energia determina a fisicidade, estas determinam a variabilidade, fenomenalidade, causalidade, fluxonalidade, progressividade, equivalência e relação, a progressividade, a materialidade e a mutabilidade. Como também a alternancidade. E a oscilabilidade e e a descontinuidade.


A diferença crescente no ângulo do periélio [ ponto de maior proximidade do primário] de Mercúrio quando próximo do Sol de 5.557 segundos da medida angular em cada século, que antes era de 43 segundos em cada século. Nestes 43 segundos fora acrescidos dos 5.557 segundos por século.

Ou seja, o ângulo da excentricidade da elipse é crescente. Assim, a elipse está se abrindo tornando a órbita mais arredondada.

Esta variação ocorre em todos os outros astros e seus fenômenos  como no potencial de aceleração de afastamento, rotação, inclinação, oscilação [ balanço rotacional translacional], fluxonalidade, inversalidade rotacional e retrogracidade translacional.

A inversalidade, a progressividade, o esticamento e encolhimento das órbitas são uns processos continuado.




Teoria de Astronomia de fases graceli.
Carreamento dos pólos para o equador.

Movimento de lateralidade.

Anelamento.

Esferificamento.


Seguindo as cinco fases.
1-De anel na faixa graceli.

2-De esfera na faixa e camada graceli.

3-De esfera ao sair da camada graceli.

4-De esfera com um afastamento intermediário da camada graceli.

5-De esfera bem distante da camada graceli.


A primeira que é a fase de anel. Fase graceli um.

Na tem rotação, mas acompanha a translação do primário.
Já tem inclinação e excentricidade que depende da faixa graceli. E que a faixa graceli depende da energia produzida pela química e fisicidade do primário.

Os fenômenos produzidos pelos primários são decrescentes.
Tem uma grande aceleração afastamento.



Na segunda fase já na fase de esfera. Fase graceli dois.

A rotação é crescente. Por que o astro se transforma de anel em esfera e passa a rotacionar sobre si. Isto depende da faixa e camada graceli e da energia do próprio astro.
A translação é decrescente.

A aceleração de afastamento é decrescente. Pois se afasta da ação de impulsão da radiação do primário, que depende da produção de energia do primário.

A inclinação que iniciou grande por causa da faixa graceli passa a ser decrescente.

Também passa a ser decrescente a excentricidade da elipse.

E também passa a ser decrescente os balanços e fluxos dos astros.



Na terceira fase é a fase de estabilidade. Fase graceli três. O astro sai da faixa e camada graceli. A faixa a camada graceli depende da produção de energia do astro. No caso do Sol chega próximo da 1,5 U.A. [ próximo de Marte].

Aonde chega de crescente no caso da rotação para decrescente. Neste ponto tem uma estabilidade na aceleração da rotação.

A aceleração da translação também tem uma pequena desaceleração, passando a uma desaceleração crescente [progressiva].

O mesmo acontece com a aceleração de afastamento, que tem uma desaceleração maior e progressiva.

As inclinações e excentricidade também têm os seus decréscimos diminuídos, e quase estabilizados.

O mesmo acontece com os fluxos e balanços.




Na quarta fase é a fase da inversão. Fase graceli quatro. [fora e se afastando da faixa e camada graceli].


A rotação que era crescente passa a ser decrescente. Por causa da desintegração de energia do próprio astro e fora da faixa a camada graceli.

A translação continua decrescendo.

A aceleração de afastamento também é decrescente por causa de estar fora da faixa e camada graceli e a energia do astro estar em desintegração.

As inclinações e excentricidade são crescentes por estarem fora da faixa e camada graceli e se inicia a fase da instabilidade progressiva.

Os balanços e fluxos passam a ser decrescentes por causa da desintegração de energia.



Quinta fase. Fase graceli cinco.

Fase graceli da inversalidade e estabilidade quase absoluta.
A quinta fase é a fase da instabilidade orbital e rotacional, rotação e translação mínima e com aceleração decrescente. Pois a energia se encontra quase toda desintegrada e processada. Grande quantidade de elementos químicos pesados.

Aceleração de afastamento decrescente e afastamento mínimo.

Inclinações e excentricidades crescentes. O astro se encontra fora do disco astronômico graceli e passa a aumentar as inclinações e retrogracidade, com isto alguns planetas distantes e exosplanetas passam a andar com sentido de translação invertido, e sentido de rotação de lado ou invertido. Sempre pendendo para um lado.

E se este fenômeno mesmo tendo desaceleração ele é continuado, com isto temos.

Fenômeno astronômico graceli – ciclo do retorno continuado e decrescente da inversalidade graceli.

Para retrogracidade de translação e inversalidade de rotação.


Os balanços e fluxos também são decrescentes e ínfimos nesta fase.
Fases de formatos.

Espaço denso, partículas, anéis, esferas.



Fases cosmológicas – teoria graceli das formas.


Espaço denso, filamentos de espaço denso, formato de disco das galáxias, anéis, esferas, alinhamento, achatamento.

O espaço denso é o elemento primário e primordial que produz a matéria, a energia, elementos e os astros.

Que a sua própria pressão produz a compressão sobre si produzindo a matéria e a energia.

Desta fase são formados os elementos leves.

Depois nebulosas, esferas.

Que passam por fases de discos que são produzidos pelas faixas, camadas e discos graceli.

E que produzem as esferas, anéis, alinhamento e achatamento tanto nas fases de nebulosas, galáxias, sistemas de estrelas, planetas e asteróides, e nas fases de sistema atômico.




Diferenças entre as teorias de Newton, Einstein, graceli.
As de Newton trata de forças atraindo os astros.

As de Einstein se fundamenta numa relação entre espaço e tempo e uma geometria curva do espaço.


As de graceli defende que os astros são impulsionados para fora  [afastamento], para os lados translação e sobre si mesmos rotação pela ação dos fenômenos graceli e da própria energia dos astros.


E consegue responder a todos os fenômenos da cafq graceli, elementos químicos, fluxos e balanços e oscilações do sistema atômico, térmico, astronômico, cosmológico. Fases e formas, e inversalidade.

As de graceli se fundamentam na química e física do universo na produção de energia e fenômenos graceli.




Universo renovável e auto gerador de energia.

O universo é abastecido continua e constantemente de energia que se forma a partir do espaço denso. E tem fluxos de produções  de energia e combustível.


Fases do universo.

Primeira fase – fases de espaço denso para filamentos e bolsas de filamentos de energia. Fase de intensa produção de elementos leves.

Segunda fase – produção de universos, nebulosas enquanto outros se desintegram e desenvolvem dinâmicas ínfimas.

Terceira fase – fases de produção de estrelas, planetas, e satélites, asteróides, cometas.

Quarta fase - produção constante de energia, combustíveis e sinterização de elementos leves e pesados – produção constante de componentes para a manutenção de vários universos já produzidos.


Quinta fase - cosmo infinito na produção no tempo e no espaço, e com formas variáveis, conforme os estágios em que se encontram.

Fase seis – criação continuada de matéria e energia. E não conservação de energia.

Num cosmo renovável não cabe uma origem num só momento, num só ponto, logo, não houve uma origem por uma grande explosão.

Logo, o universo tem origem a todo o momento, como também os elementos, os astros.

E a matéria e a energia se transformam, se renovam e se desintegram.

O sistema solar ainda terá centenas de planetas.

E os elementos é um processo constante e produzem combustível para a sua manutenção.


Por isto que o sol brilha, enquanto deveria de ter sido apagado.

Por que processa energia continuamente transforma energia e elementos produzindo combustível para si mesma e produzindo elementos tanto pesado quanto leve.

Ou seja, não são apenas combustíveis nucleares que existente no interior das estrelas, mas a continuidade de processamento num fluxo de avanço e retorno, transformando elementos continuamente.

Os elementos surgem e são processados constantemente.

E não é um processo único, são infinitos onde cada um que tem o seu próprio direcionamento inicial, onde poderá no final chegar até aquele tipo de elemento final.

Exemplo o ferro. É um elemento que estanca todo processamento a partir dele. Com isto se confirma o exposto acima.



O cosmo tem origem a todo o momento por aglutinação de espaço denso e processamento e produção de novos elementos e nebulosas.

Assim, nos encontramos num universo de produção, processamento, reabastecimento e renovação. E o que faz o Sol brilhar é o mesmo fenômeno que faz que haja a noite, pois a luz se desintegra no espaço, e torna-se radiação escura. Pois os fótons perdem intensidade de produção de energia durante o percurso.


O material primordial – o espaço denso se aglutina pela sua própria ação de aglutinação produzindo matéria, filamentos, elementos leves num processo constante, renovável e mutável.

Produzindo novas galáxias e universos, dentro de um só cosmo em produção, processamento e renovação.

E que sintetiza o combustível para a manutenção do cosmo. Numa produção constante de energia e matéria e novos elementos, universos e astros.

Com isto o cosmo é infinito no espaço e na sua produção. Tanto no passado quanto no presente.

Com isto a energia não se conserva. Tudo nasce se processa e se destrói. Exceto Deus, pois este é absoluto.


Assim, o universo sintetiza energia e combustível para a sua manutenção, dinâmica e fenômenos. Mas tende a se desintegrar pelo próprio processamento de energia, confirma-se isto com planetas distantes de seus primários.



Porém, o cosmo cresce em distância, cresce em novos universos, universos escuros e fótons de radiação escura [sem luz] e desintegradas, e dinâmicas lentas e inversas e retrógradas.



Fases cósmicas – fases de formações de universos.
Fases de nebulosas – de gases e se formato regulara e sem esferificações. Fases de disco e esferas [astros].


Fases astronômicas – que passam as órbitas e os formatos e variações.

Fase atômica – produção  de energia e elementos mais pesados no interior dos astros.

Fases dos elementos – inicio com espaço denso a leves, de leves a pesados e pesados a leves.




Sobre a expansão.
Encontramos-nos num braço de galáxia, logo, não podemos estar no centro de uma galáxia e o cosmo se expandindo em relação a nós. Há um erro nesta interpretação.

Encontramos-nos em afastamento recessional ínfimo.



Teoria do crescimento progressivo de astros. E afastamento progressivo de astro.

As teorias vigentes não prevêem o crescimento progressivo de galáxias, sistemas e astros.


No futuro se confirmará que o número dos astros se encontra em crescimento. E também o número de galáxias e nebulosas, como também de elementos leves e pesados.

 Pois o universo cresce. Logo, a matéria e a energia não se conservam.




A teoria graceli da recessialidade cósmica. Defende que o cosmo e astros se encontram num afastamento lento. Pela ação da radiação e não de uma falsa grande explosão.


Teoria do fóton escuro [sem luz] e que se encontra em desintegração.


Faixa de radiação equatorial graceli - prolongamento do astro - a solar chega até a  1.5 u.a. ou seja, próximo de marte.


O universo segue fases e fluxos.

Universos de aglutinação - micro – que se fecha e por aglutinação do espaço denso. Baixa temperatura. E radiação.  Produz elementos leves.


Universo de desaglutinação – macro – que se abre por radiação e se desintegra – grande energia e altas temperaturas. Produz elementos pesados, astros, anéis, radiação, formatos em disco sombreiros e alinhamentos.


O micro tem a natureza de se atrair e produzir energia e partículas. Ver teoria de graceli publicadas na internet.

Na fase macro -  astros e galáxias pela ação de processamento condensado de energia produz altas temperaturas produzindo a radiação e impulsão e o universo volta a se abrir. Fase de Fluxo.

O fluxo é determinado pela compressão do espaço denso.


Na fase micro [fase de nebulosas de gases e bolsas de espaço denso] - fase anterior das nebulosas.

E na fase de astros e galáxias se abrem pela ação em que se encontra a matéria condensada em grandes produções de energia e produção de altas temperaturas.

Enquanto uns universos se desintegram outros nascem.

Isto explica os formatos e fases dos universos e nebulosas.

A produção dos elementos, dos secundários e terciários também segue fases. Ver teorias de graceli publicadas na internet.




Teoria do crescimento progressivo de astros e recessão.

Prova das teorias de graceli.

Haverá um crescimento progressivo do número de planetas e satélites e asteróides do sistema solar. E isto com todos os sistemas de galáxias e estrelas.

Plutão é um dos primeiros planetas do sistema solar, como também vários exosplanetas que orbitam o Sol. Os astros são impulsionados para fora pela ação da radiação, enquanto outros são fundidos e aglutinados e ocuparão as órbitas dos primeiros. Logo, Mercúrio é o último planeta do sistema solar.


E se confirmará no futuro que os astros não estão numa expansão aloprada conforme determina a constante de Hubble, mas sim são impulsionados para fora pela ação da radiação dos primários, que os planetas se afastam menos de um metro por ano.

A constante de Hubble na determina com exatidão a velocidade de afastamento.


O afastamento é que determina o distanciamento entre os astros.


Estas previsões não se encontram nas teorias da gravitação, relatividade, big bang e expansão.


O que temos de um efeito para o vermelho é a ação do espaço denso sobre a luz quando a mesma se propaga. Por isto que quanto mais distante maior é a aparência para o vermelho.

E aparenta que estamos no centro do cosmo, pois todos se encontram no vermelho e nenhum no azul em relação a nossa posição no cosmo. Porém é confirmado que estamos num dos braços da galáxia.



Leis de graceli.

Os astros não estão sob ação de atração, mas sim sob ação de impulsão pela ação da radiação dos primários. Isto é que produz a distância que existe entre os secundários. Logo, não há uma atração, mas uma repulsão.


E que esta distância segue uma proporcionalidade. teoria da proporcionalidade de graceli – publicada na internet.



EG – ENERGIA GRACELIANA.
As órbitas aumentam lentamente pela ação de impulsão da radiação dos primários.

A rotação segue fases -  ver teoria graceli das fases.

A translação diminui lentamente pela ação da desintegração de energia do astro.


A órbita da lua confirma a teoria  – pois ela teve uma recessão [afastamento] de cem metros em dois milhões e setecentos anos.
O que determina os campos é a produção de energia.

Eg não é uma constante, mas uma variável.

Eg unifica os campos, como energia variável e produto de energia variável.

Eg – determina o macro, que são as galáxias e nebulosas.

O médio – estrelas.

O micro – sistema atômico, quântico nuclear,  elementos,

campos, luz, temperatura, gases, termodinâmica.

A energia graceli cósmica é variável, pois enquanto alguns universos se desintegram, outros renascem através da produção de matéria e energia pela aglutinação do espaço denso.

Assim, todos os fenômenos e órbitas cósmicas, astronômicas e atômicas são variáveis. Assim, como toda forma de energia.




Lei da unidade preferencial do sentido.

Como a maioria das nebulosas e galáxias que se movem quase todas para um lado, também as estrelas e galáxias se movem na mesma direção.

O mesmo acontece com a rotação e a variação de inclinação.

Isto acontece com os astros e com o sistema atômico – ver teoria dos energeticuns de graceli – na internet.

Pois, também os elétrons que interagem com os prótons têm uma ligeira preferência pelas interações à direita ao invés daquela à esquerda. Assim a natureza vive a paridade.


As teorias de graceli conseguem responder.

1-Todo corpo fora de um sistema de gravidade e faixas e camadas graceli produz a sua dinâmica e órbita conforme a sua produção de energia.

2- A formação dos anéis.

3-O carreamento de gases dos pólos para o equador.

4-As marés. Carreamento atmosférico de gases, temperatura e radiação, e deslocamento de radiação dentro dos astros.

5-Os fenômenos tectônicos.

6-As esferas. Discos, espirais, sombreiros [formas de galáxias].

7-A aurora boreal.

8-A abundância e picos dos elementos químicos.

9-A passagem pela fase do elemento ferro.

10-A rotação e suas mudanças, formas, fases e fluxos.

11-A excentricidade e inclinação, achatamento, alinhamento, alargamento e esticamento. Acompanhamento espaço afora, seguimento de sentido de movimento.

12-A progressividade de todos os fenômenos.

13-A retrogracidade da translação.

14-A inversalidade graceli da rotação.

15-O fenômeno da continuidade da retrogracidade e inversalidade da rotação.

16-Os fluxos, fases e formas.

17-Os balanços orbitais e rotacionais dos astros.

18-A oscilação dos gases.

19-A mutabilidade cósmica, astronômica e química.

20-A renovabilidade cósmica, astronômica e química.
21- O reabastecimento do cosmo e a renovação dos elementos químicos.

22- As fases, fluxos e formas que passam os astros, universos, cosmo, e elementos.




Teoria cósmica graceli da produção continuada, renovável, mutável e de reabastacimento de energia. E desintegrável de energia e de universos.


Energia de fluxos graceli e discos, faixas e camadas graceli. São os responsáveis pelos fenômenos cósmicos, médios e micros.

Nos vários estágios em que se encontram as nebulosas, galáxias, matéria, energia astros, anéis, esferas, elementos se confirma que todo universo se encontra num sistema de produção continuada e renovável.


Onde as causas, as formas, as fases de energia e potencialidades passam por fases sucessivas.


As formas dos astros, anéis, nebulosas, átomos têm as suas causas primárias nas faixas, camadas e discos graceli de energia no espaço e dentro dos astros esferas, átomos e galáxias.


Os elementos também passam por energias de fases de fluxos graceli.


Onde conforme a intensidade de produção de energia temos um fluxo mais intenso ou menos intenso levando a tipo de forma variavel, onde desenvolve um tipo e caminho para um ramo de elementos químicos.


As dinâmicas, órbitas e fenômenos físicos, químicos, astronômicos, cósmicos dependem das fases e fluxos graceli de intensidade de produção de energia.


Nos vários estágios em que se encontram as nebulosas, astros, elementos químicos, dinâmicas, órbitas, oscilações, inversalidades de órbitas e rotações, formas tanto de órbitas quanto de nebulosas, e astros, e sistemas em discos dos mesmos.


Confirma assim  as teorias cósmica da produção continuada, a ação das faixas, camadas e discos de energia graceli,  e a energia de fluxos graceli.

Do contrário todos os elementos químicos seriam velhos  e pesados num só estágio final. Porém se confirma que no cosmo existem mais elementos leves do que os pesados.


A produção continuada dos elementos prova e fundamenta a causa e abundância dos elementos leves e pesados. E os picos na abundância dos elementos.


A desintegração de energia e fóton prova o fenômeno da noite.


Se o cosmo surgisse num só momento e num só ponto do cosmo. Neste ponto deveria estar imensas temperaturas, e quando um astro se encontra muito condensado a sua temperatura também é imensa e produz grandes radiações no espa;o – é o que acontece com o sistema atômico e com o sol.


Logo, não houve uma grande explosão para dar início ao que temos hoje, mas um processo lento e continuado de ínfimas e infinitas aglutinações  e ínfimas e infinitas radiações e desintegrações.


Isto prova o estágio em que se encontra o como hoje - a abundância dos elementos e as formas e fases do astros, nebulosas e sistemas de galáxias e atômico.


Ver

1-teoria das origem e causas graceli.

2-Teoria da potencilaidade de energia graceli.

3-Teoria das fases graceli.

4-Teoria das formas graceli.

5-Teorias das vairações graceli.

6-Teoria dos fluxos graceli.

7-Teoria da retrogracidade de translação e inversalidade de rotação graceli.

8-Teoria da proporcionalidade graceli.

9- Teoria do reabastecimento, produção continuada, mutabilidade e desintegração.

10- Teoria das previsões graceli.

11- Unidade, equivalência e universalidade graceli.




Teoria da mutabilidade – astronomia, física, espaçofísica, cosmologia mutáveis.



Se nos encontramos num braço de uma galáxia, logo, ou o centro ou outros braços deveriam estar para o azul em relação a nós, e isto não é detectado. Logo, há um erro nesta observação.



Sobre a frequência da onda de luz.


Ela diminui conforme o sistema se encontra em movimento e conforme a distância, pois ela perde frequência, tendo um aspecto para o vermelho conforme a distância.


Assim, temos quatro pontos fundamentais.


Um - o agente produtor de energia e luz. No caso uma estrela ou galáxia.

Conforme a intensidade de produção de luz de cada produtor. Quanto maior a produção de luz, a mesma sai mais compacta e se dilui menos, mantendo a frequência.


Dois – a distância. Pois conforme o distanciamento a luz terá maior dificuldade para romper o espaço denso e diluirá os cristais das ondas [frequencia], tornando o sistema mais para o vermelho.


Três – a recessão – ou aproximação. Pois conforme se aproxima ou se afasta teremos vermelho ou azul.


Quatro – a somatória de todos os movimentos e fluxos cósmicos e astronômicos.


Por este motivo e causas que as teorias de graceli defendem a teoria graceli da recessão cósmica e fluxos cósmicos e não da expansão.


E por estes motivos e causas que a constante de Hubble não tem valores fixos [constantes]. Pois eles variam conforme estes quatro agentes, e aumentam com a distância. E por isto que todos sistemas parecem que estão se afastando do sistema solar.


Sugiro uma variável – variável cósmica graceli = vcg.

Vcg = a somatória dos quatro componentes acima.

Quanto mais distante maior será o vermelho. Porém, isto não retrata e realidade de afastamento – aceleração de afastamento do cosmo. Ou seja, há o vermelho, mas não uma expansão. E o que temos na verdade é a recessão.


Quanto mais baixa é a energia de um fóton, maior é o seu comprimento de onda. Por conseguinte a luz emitida a partir de um corpo de grande produão de energia é desviada para o vermelho.

Porque há um aumento de comprimento de onda e que é desviada para o vermelho.

Pois o número de cristas de onda que passam por um observador fixo em um segundo diminui a medida que o comprimento de onda aumenta.


Ou seja, o efeito Doppler depende da variável graceli e não da constante de Hubble. Confirmando assim, a teoria graceli da recessão no lugar da teoria de expansão.


E explica o fenômeno da noite, pela desintegração de energia do fóton e a diminuição da medida de comprimento de onda, pelos quatro fenômenos graceli expostos acima.


A variável cósmica graceli – vcg são os valores variáveis que passam a aparência para o vermelho.


G= de graceli é a aparência para o vermelho e não é a velocidade que aparece ser o fenômeno. Mas o fenômeno da aparência do vermelho. Ou seja, a velocidade é uma coisa e a aparência é outra coisa.


Assim, o que temos

1-  uma ilusão de ótica. Que aparece para as vistas.

2- Uma realidade - a aparência para o vermelho.

3- E uma conclusão errônea – que parece que as galáxias se encontram em grandes expansão umas em relação as outras.

Por isto que todas parecem que estão se afastando em relação ao sistema solar. Pois não estamos no centro do universo ou de uma galáxia.

Assim, temos – aparência para o vemelho = radiação de luz + índice para distância .

Aparência de expansão = aparência para o vermelho.


Isto derruba as teorias da expansão, do big bang, e buracos negros e outras vigentes. Pois elas, não explicam todos os fenômenos, formas, fases, e a grande abundãncia dos elementos leves e os picos e familias. Pois um universo velho não seria constituído na sua grrande maioria de elementos leves.

Assim, as teorias anteriores se limitaram a translação e órbitas. Enquanto as de graceli são gerais e unificadoras. E trabalha a questao da materialidade e energeticidade – cafq graceli.




Teoria cósmica graceli de recessão decrescente, fluxos, fases, formas. Alinhamentos, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento, de inversalidade e desintegração.


1- Assim, não é uma força e nem uma geometria, mas a energia e a faixa e camada graceli que são as causas da rotação, translação, recessão, lateralidade, balanços, fluxos de rotação e translação, circulariadade, inclinacidade, oscilações, fluxos de órbitas – fenômenos de esticar e encurtar uma órbita[ esticamento e arredondamento].


2-Os formatos esféricos, anéis, e discos dos astros, sistemas atômicos e galáxias.


3-As variações e picos e evoluções que passam os elementos.


4-As evoluções e mutações em que passa o cosmo.


5-As temperaturas, radiações, campos  luz que os sistemas produzem, e cada fóton é um sistema ínfimo.


6-Faixas, camadas e disco graceli.


7-Não conservação e não inercialidade. princípio do início, meio e fim.


8-Auto sustentabilidde e auto renovabilidade.


9-Produção continuada de combustível e elementos leves e pesados para a manutenção do cosmo.


10 - Assim, a cafq graceli é geral e se fundamenta no passado para provar o presente e prever o futuro.



Os formatos e fluxos são causados pelas fases graceli cósmica, pela faixa e camadas graceli e pela energia do próprio astro.


Previsões e astronomia futura do sistema solar e cósmico.


Se no futuro [cinco milhões de anos] o sistema solar estiver com centenas de planetas, e com os mais afastados com translações e rotações variáveis continuada e inversa. Confirmará as minhas teorias.


Com rotação crescente dentro das faixas e camada graceli.

Rotação decrescente fora da faixa e camada graceli e proporcionais a energia dos astros.


Aceleração de Recessão crescente dentro da faixa e camadas graceli.

E aceleração de recessão decrescente fora da faixa e camada graceli.


Fenômeno de Elipsidade [encurtamento] e fenômenos de inclinações decrescentes dentro das faixas e camada graceli.

Elipsidade [esticamento]  crescente fora [quando o secundário sai da faixa e camada graceli].

Fora da faixa e camada graceli a aceleração do esticamento e das inclinações são decrescentes.

Fluxos com intensidade elcance crescente dentro da faixa e camada graceli, e decrescente fora. E proporcional a energia.


A faixa e camada graceli passa a considerar como um prolongamento de energia, campo e radiação do astro, que tem alcance e intensiade conforme a energia do mesmo.


A do Sol vai até Marte, com aproximadamente 1.5 u.a.


Ou seja, fica um sistema de prolongamentos por faixa e camada graceli que um fica dentro do outro, onde acontece a interação e acontece os fenômenos de seguimento de sentido de movimento, acompanhamento, fases e formas, e os fenômenos de fluxos, fenômenos de elipsidade, inclinações.


Translação decrescente dentro e fora das faixas e camadas graceli. E proporcional a energia.


Novos astros.


Movimento de lateralidade, balanços e fluxos de movimentos.


Inversalidade e retrogracidade continuada - fora e longe da faixa e camadas graceli. Presente em Urano, Plutão, exosplanetas, alguns satélites, cometas e asteróides.




COMPARAÇÕES ENTRE GRACELI E PENSADORES.

GRACELI DESENVOLVE

UMA LÓGICA TÃO FORTE QUANTO A DE ARISTÓTELES.
UMA FILOSOFIA TÃO FORTE QUANTO A DE HEGEL.
UMA COSMOLOGIA TÃO FORTE QUANTO A EINSTEIN.
UMA ASTRONOMIA TÃO FORTE QUANTO A DE KEPLER.
UMA FÍSICA TÃO FORTE QUANTO A DE NEWTON.
Uma lógica matemática de grande alcance, quanto à de Euler.
Uma química tão forte quanto a de Rutherford.
UMA BIOLOGIA TÃO FORTE QUANTO A DARWIN.
UMA PSICOLOGIA TÃO FORTE QUANTO A DE FREUD.
UMA MÚSICA TÃO BELA QUANTO À DE MOZART. Num total de mil e trezentas composições.

UMA PINTURA TÃO BELA QUANTO À DE VAN GOHG.

UMA DIVERSIDADE TÃO GRANDE QUANTO  A  DE DA VINC.

UMA QUÍMICA FUNDAMENTADA EM ENERGETICIDADE.

DESENVOLVE A CAFQ, A UVERD, A VIBIFIPSI,  A MEPRE E A MEVICA.

VER OUTROS DESENVOLVIMENTOS EM SUAS TEORIAS PUBLICADAS NOS SEUS LIVROS E NA INTERNET.



Na lógica cria e desenvolve a unológica.

Na filosofia cria e desenvolve a craciologia, o transcendentalismo, a metafenomenia, a metacosmologia, e outros.

Na cosmologia cria e desenvolve a teoria do universo fluxonário estruturante, o cosmo renovável, a gracelongênese, e outros.

Na astronomia cria e desenvolve a teoria de astronomia mutável, energeticidade e radiação, estruturante, de alternancidade e outros.

Na física cria e desenvolve a gug, a cafq, e outros.

Na biologia cria e desenvolve a teoria biológica da inversão, e a craciológica e a metabiologia.

Na psicologia cria desenvolve a craciológica, a metapsicologia e outros.

Na química fundamenta o átomo como um sistema de energia, onde elementos leves se transformam em pesados.

Na matemática cria e desenvolve novos cálculos.

Desenvolve varias teorias sempre no direcionamento para a unidade. Com a cafq, gug, vibifipsi. Uverd, mepre, e a mevica. E outros.

Uma música suave e dinâmica.

Uma pintura que surge com o listricismo e o coloricismo.

Partes deste trabalho estão publicadas na internet ou em meus livros.













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