terça-feira, 31 de maio de 2011


METAFENOMENIA EXISTENCIAL TRANSCENDENTAL E FENOMENIA  de Graceli.

Parâmetros para a construção de uma religião.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil – direitos autorais.

Colaborador – Márcio Piter Rangel


A realidade se desenvolve nesta ordem de ação de um sobre o outro.



1- Divino.

2- Energia [alma] cósmica transcendental.

3- O transcendental [transcendência inserida de poder, direcionamento e ordem].

4- Alma vital e poder vital. Racionalidade vital.

5- Vida. Inconsciente vital.

6- Inconscientes e Mente.

7- Ser [constituído dos componentes anteriores e o substrato que é a materialidade].

8- Racionalidade, estímulo e emotividade.

9- Unicidade e ordem cósmica e astronômica.                      10 - Código graceli simétrico biológico, alma vital e código graceli da vida e mente.

11 - Código graceli do inconsciente.
12- Inconsciente vital.



Introdução.

Para as religiões o alvo de Deus é o homem, para o gracelinismo o alvo de Deus é a ordem, o poder e a vida.

Para a filosofia o alvo da realidade é o sujeito e a unidade, para o gracelismo é a ordem cósmica, a unidade, a existencialidade, a metafenomenalidade, a transcendentalidade, o poder e a vitalidade.

O homem não é mais o centro.

Para a filosofia a racionalidade se encontra no cérebro, para o gracelismo se encontra no poder, na ordem, simetria, unidade, e na vitalidade.

Para a psicologia a mente é regida pelo inconsciente, para o gracelismo é regida pela vitalidade e existencialidade.

Para a biologia o universo material tem ação fundamental para a vida, para o gracelismo é a energia cósmica transcendental, a existencialidade e metaexistencialidade, o poder e a vitalidade.



Para biologia as espécies evoluem, para o gracelismo o poder vital e a vitalidade evoluem, e auto direcionam esta evolução, por isto que existem várias formas e funcionalidades tanto vitais, biológicas e psicológicas.

                                                

Para a física, química, astronomia e cosmologia o universo não segue uma ordem, uma simetria, um direcionamento. O gracelismo e a cafq graceli mostram esta ordem, nas faixas e camadas graceli, no alinhamento astronômico e cósmico, e na produção da esferificação. [ver teorias cosmológicas de Graceli e o universo fluxonário estruturante].




Primeira parte.

Craciobiogênese. E código graceli da potencialidade vital.

A vida não surge da não vida, matéria, abiogênese. Pois, para isto acontecer a matéria deveria conter em si a alma vital, e ter uma programação para a própria vida. E uma racionalidade vital e mental.

A vida não surge da própria vida, biogênese. Pois, se ela surgisse da própria vida já seria a vida. E ela em si teria o poder e a ordem e direcionamento vital. Ou seja, ela mesma desenvolvendo isto teria que ter inserido nela este poder de racionalidade vital, transcendental e de aprimoramento.



Logo, a vida, só pode surgir de uma alma vital, uma alma cósmica, uma energia cósmica e poder cósmico. Onde cada vida é constituída desta alma vital e cósmica. Esta explicação surge do inexplicável, pois, deve surgir de algum ponto, lugar, tempo, poder, processamento, vontade para haver tanta ordem, direcionamento, racionalidade vital, simetria biológica morfológica e funcional [ver simetria graceli], direcionamento transcendental e aprimoralístico. Abrimos assim, uma craciobiogênese, a biogênese pelo poder.




Temos no poder o direcionamento da vida, pois a mesma segue uma racionalidade existencial própria para se manter e persistir como existente, e esta racionalidade é encontrada em todos os mecanismos desenvolvidos pela mesma para se manter na sua existencialidade. Como, reprodução, replicação celular, metabolismo, mimetismo, regeneração, defesa e ataque a bactéria, aprimoramento, reconhecimento de vírus e imunização.



Reprodução de seres jovens e produção de hormônios e órgãos para isto, simetria biológica e funções e potencialidade especificas para cada necessidade vital e existencial presente em cada espécie e ser.



O que é determinante não é a complexidade e o número de células e tamanho dos seres de cada espécie, mas o poder e a potencialidade de cada um. Ou melhor, de cada vitalidade.



Por isto que os seres mais complexos e maiores não são o que vive mais e tem mais ferramentas existenciais e vitais.


Uma formiga vive mais do que o homem se for feito uma proporção em relação ao peso e tempo de vida entre os dois.


Um carrapato vive até um ano sem se alimentar de sangue. E tem uma reprodução de mais de dez mil filhotes.


Outros animais pequenos conseguem se locomover e voar com facilidade, eles desenvolveram através de suas potencialidades asas para isto.


Outros são luminescentes, como no caso dos vaga-lumes e de alguns cupins, ou seja, desenvolveram um processo que transformam a energia e química interna em luz. [Ver teoria graceli da inversão biológica].



Animais abissais conseguem sobreviver com facilidade sob a pressão da água, do sal e sem luz.


Ou seja, a matéria não teria tanto poder para produzir tanta racionalidade e direcionamento na produção da vida. E a vida sozinha não surgiria do nada com tanta potencialidade para funções e órgãos vitais.



Logo, a vida só pode ter uma origem fora da vida e fora da matéria. Para isto que recorremos à alma cósmica transcendental. Que é a craciogênese.
                            


Segunda parte.

Não é a materialidade, o psicologismo, o tempo e o espaço, a energia dimensional de graceli [ver código graceli da natureza], os determinantes da natureza, da realidade, da vida e da mente.

Mas, é no poder e na alma [energia] cósmica transcendental que encontramos os determinantes.

Não está dentro da vida, não brota de dentro para ser formar realidade, não está na matéria, pois esta deveria ter contido nela este poder, não está no outro e muito menos no anterior para aparecer no posterior e no presente [tempo].



O que procuramos é a causa fundamental da vida e da existência, da ordem, da simetria e do direcionamento, da transcendência e da existencialidade [sentido direcional por poderes para manter a existencialidade], da forma e da funcionalidade organizada e direcionada, o aprimoramento e a transcendentalidade.



Logo, a causa fundamental não pode estar contida na matéria que a partir dela se forma a vida e toda ordem e direcionamento vital.


E não pode estar contida na própria vida, pois se a vida surge da vida, logo ela veio de si mesma, e toda esta causa fundamental já estava contida nela.


Ou seja, quando não encontramos algo num ponto abrimos as possibilidades para que este algo seja encontrado em outros pontos e lugares, ou poderes e alma [energia].

Assim, saímos da materialidade, dos processos, do élan vital, da temporalidade [do anterior sobre o posterior] e do espaço, do acaso, e da espontaneidade.



E entramos num novo eixo, que é o do poder, da alma e energia cósmica transcendental na estruturalidade da realidade, da vida, da mente, do conhecimento, da ordem e alinhamento cósmico. Da simetria biológica.



Primeiro - da existencialidade e transcendentalidade.
Segundo – da vitalidade.
Terceiro – da ordem, do direcionamento, da simetria.
Quarto – da vida.
Quinto – do ser.
Sexta – da racionalidade – cósmica.
                                            Vital.
                                             Inconsciência.
                                             Mental.
                                             Emocional.
Sétimo - do universo psíquico.
Oitavo – do universo estruturado e material.




Segunda parte.

Categorias fundamentais da realidade.

A essência e a causa fundamental da realidade, da vida, do ser, da mente, da consciência, e outros é o divino e a alma cósmica transcendental.

Depois vem o transcendental inserido de poder e direcionamento, o poder e a existencialidade metafenomênica.

Terceiro vem a vitalidade e seu poder.

 Quarto vem a inconsciência vital.

Quinto vem a vida e a mente, a razão e o conhecimento.

Sexto vem o ser.

Sétimo vem o aprimoramento direcionado já dentro da vida e regido pelo poder vital.

E um age sobre o outro nesta ordem, do primeiro até o sétimo.



Ou seja, o fundamental não é o anterior [tempo], a estrutura e lugar [ matéria, processos, dialética e lugar], a sociedade e razão como marcos de uma era [o ser da era]. Mas sim, segue pilares firmes da realidade, segue um aprimoramento direcionado e determinado, segue um poder.



A realidade não caminha em direção ao absoluto, mas sim, a realidade vem do absoluto, do imanente até chegar ao transcendental craciológico para depois chegar ao fenomênico e o transitório.

Ou seja, há três condições que produz e é a realidade.

A primeira a imanente – o divino e a alma cósmica.

A segunda o transcendental - o poder vital. O metafenomênico e metaexistencial, o direcionado, o determinado.

A terceira  - o fenomênico e o transitório - o estruturado e materializado, racionalizado e lógico. O aprimorativo.

Ou seja, a realidade vem de uma causa e realidade absoluta para uma realidade transitória. Ou seja, ela não caminha em direção ao absoluto, mas em direção à transitoriedade.



A realidade não é a marca do tempo, do espaço, do fenômeno, do processamento, mas do poder, da alma cósmica, do divino, do poder vital, da ordem e alinhamento cósmico pelas faixas e camadas graceli, da simetria biológica, da lógica transcendental e racional, dos sentimentos e do direcionamento programado.



Assim, a realidade, a vida, a mente seguem e se estruturam em três pilares fundamentais. Os imanentes de causa fundamental, e os transcendentes de poder, ação e transformação, e estruturação. E os transitórios e fenomênicos.



A estruturação pode ser encontrada na realidade material, na mente, na vida metabólica, morfológica e aprimorativa, e na lógica mental e sentimentos.



A existencialidade, a transcendentalidade direcionada, o poder, a vitalidade são os eixos e veículos da duração, e não a consciência, a memória ou o tempo.


O ser é um foco de poder direcionado e aprimorativa programada.

O livre arbítrio existencial não se encontra no homem, mas sim na existencialidade, no poder, na transcendentalidade e na vitalidade, o homem e a consciência são os resultados do que o produz e está inserido dentro dele.
                                                                 

Assim, como a razão e a emoção, inconsciência, estímulo, vontade, instintos sentimentos, psiquê são resultados e elementos do universo que os formam e que chegou até eles.


Logo, o conhecimento também é um resultado desta atividade transcendental, vital, direcionada e existencial de poder e potencialidade.



A realidade transcendental do conhecimento.

Retratamos o conhecimento a consciência a inconsciência ligada ao cérebro e seu funcionamento nervoso, mas a vida, a vitalidade e os espíritos também têm conhecimento, consciência e inconsciência.

Pois, a vida tem a sua própria consciência e conhecimento de seu funcionamento vital e orgânica, transcendental e aprimorativo.

A vitalidade tem o seu direcionamento funcional e transcendental.

Os espíritos têm medo da cruz, e sabem reconhecer uma ameaça. E alguns defendem o seu espaço quando atacados por imoralidades.


Ou seja, espíritos e vida não têm cérebro e tem conhecimento, consciência e inconsciência. Ou seja, isto leva o conhecimento para outra instancia [e fora] do cérebro e da materialidade e funcionalidade dos neurônios.

Com isto há uma divisão fundamental da realidade do conhecimento que antes era ligado ao cérebro, e agora passa a estar ligado ao transcendental, ao metafenomênico, ao existencial, ao vital e o poder.


Leva-nos a uma realidade mais abstrata do que a material, e nos retrata ao divino, à alma cósmica e seu poder.



Terceira parte.


Com isto vamos além de um conhecimento meramente anímico, ou do antes e do agora, ou do outro sobre o outro, mas uma razão transcendental de poder e direcionamento e de componentes cósmicos e metaexistenciais.


Saímos do eixo matéria [ou físico] e mente [ou psicologia] e entramos num outro eixo, que é o vital, o transcendental, o do poder, a da alma cósmica, do direcionamento e aprimoramento programado frente ao acaso.

A causa fundamental da vida não está dentro da vida [élan vital], pois, é como a vida ser a causa de si, e a causa primeira de si, e ter todos os poderes sobre si.



Porém, não é. Pois, há um propósito superior, uma alma e energia cósmica, o divino, uma metaexistencialidade sobre todas as coisas. E a resposta para isto se encontrada na simetria biológica, no alinhamento cósmico [ver código graceli da natureza], no conhecimento unificado, no esforço da vida para transcender e aprimorar-se, na racionalidade vital onde são reconhecidos vírus e bactérias e o organismo se imuniza para combatê-los mostrando que tem não só uma racionalidade de reconhecimento, mas um poder de produzir anticorpos para tal combate.


Ou seja, a causa fundamental está no transcendental [alma cósmica] e fora da vida, e não dentro da vida [élan vital].





Quarta parte.

Os componentes fundamentais da realidade seguem esta ordem. De um sobre o outro.

Primeiro - o divino e a alma cósmica.

Segundo - o propósito, o metaexistencial, e o metafenomênico. O transcendental.

Terceiro - o poder, a potencialidade, a vitalidade, o direcionamento, a racionalidade vital, a inconsciência vital.

Quarto – a vida, o ser, o aprimoramento, os espíritos, a mente.

Quinto – o homem, o bem, a química e física, e o cosmo e a cafq graceli.



Racionalidade vital.

A vida em sua racionalidade própria – um dos exemplos é o sinal que o organismo dá para o ser que precisa se alimentar, beber, descansar.

Outro sinal é o sinal da dor.

Outro é o do sentimento, do acasalamento, e outros.

Imunidade, etc.


Vemos que os primeiros são as causas fundamentais da realidade, pois são imanentes e não transcendentes.

Depois segue os transcendentes de ação sobre os outros.


Teoria de potencialidade biológica.

Depois vem o poder de ação que dirige a vida, a mente a o homem. Pois a vida construiu uma forma de eternidade através do poder, criando a reprodução de por novos, renovação de celular por novos, regeneração de órgãos e tecidos por novos, e construiu a morte para a manutenção da vida por novos e mais resistentes.


Ou seja, o poder é um agente primeiro sobre a vitalidade e vida, e a vitalidade e vida sobre o ser. Pois, o ser conhece a morte num curto espaço de tempo. Enquanto a vida tenta se proteger com todos os seus poderes e potencialidades vitais, criando mecanismos, potencialidades, novas funções e metabolizações, órgãos e membros, reprodução, renovação e regeneração.

Com seres com potencialidades diversas.

Como o homem que tem um pensamento e sentimento bem apurado.

As enguias que produzem eletricidade.

Os carrapatos que vivem mais de um ano sem se alimentar de sangue e reproduz para mais de dez mil durante a sua vida.

Os vagalumes que produzem luminescência por transformação química. Etc.


Ou seja, o que dirige a vida e a mente não é a vontade, mas o poder, a potencialidade, a vitalidade e a racionalidade vital.


Com isto não é o meio que determina as espécies, pois, num mesmo meio varias espécies desenvolvem potencialidades, metabolizações, órgãos, funções, reproduções, tempo de vida, etc. diversa de uma da outra.

Isto se pode confirmar em morcegos, em formigas, em carrapatos, em macacos, em gafanhotos, em aranhas etc.

Ou seja, há várias espécies de formigas num mesmo habitat, várias espécies de baleias, peixes e moluscos. Etc.

Assim, o determinante não é o meio, mas a potencialidade e o poder, e as espécies não ocorrem ao acaso, mas sim cada uma tem um direcionamento e potencialidade própria que elas desenvolvem conforme o seu poder vital de ação sobre si mesma.

Ver teorias de graceli da biologia [potencialidade, inversão, ordem direcionamento e simetria], psicologia e metafenomenia. Publicadas na internet.

A ordem e direcionamento são pela genética e funcionamento metabólico.




A vitalidade cônscia.

Não é a mente, o inconsciente da puberdade, os sentimentos, emoções, instintos, pulsões, vontades, racionalidade e memória, mas sim a vitalidade cônscia o agente do universo psíquico, do direcionamento vital, da razão e emoção.

Pois, a mente não se encontra só no cérebro, mas em toda corpo e em toda célula tem a sua racionalidade, psiquê e emotividade, pois, cada célula é inserida de poder, potencialidade e racionalidade.



Ou seja, assim, como a vida, a mente também é regida e direcionada por uma racionalidade vital.

Por exemplo, a vida de abelhas macho [zangões] são programadas para um término após a reprodução, pois, no inconsciente vital [vitalidade cônscia] eles sabem que vivem apenas para a reprodução.

Os outros seres também sabem no seu inconsciente vital.


Encontramos a ordem da simetria biológica na genética.

E a genética como uma construção do poder vital e potencialidade.
A essência da transcendentalidade não é a reprodução, mas, o poder e a potencialidade.


O amor [Eros] não é o objetivo da vida, pois há outras formas de reprodução encontrada pela vida para que isto se realize. Como replicação celular e regeneração.


Porém, na sexualidade ocorre a renovação pelo novo e a reconstrução de novos para que a vida se mantenha na sua existencialidade e transcendentalidade.


Por isso que a vida construiu a reprodução, órgãos e metabolizações, hormônios com esta finalidade, e construiu também a morte [thânatos]. Para a renovação de novos pelos novos.


Assim, a essência última da realidade e da vida é o poder e a potencialidade.

O poder rege a vitalidade cônscia, o élan vital, e a vontade. A transcendentalidade vital.

É bom saber que há significados diferentes para transcendentalidade. No caso aqui é o sentido e direção da vida na mudança para o novo.


As substâncias do mundo é a alma cósmica e o poder.

A realidade não se realizada através de contrários para se formar uma síntese, uma unidade, um absoluto.

A realidade se processa lentamente num processo aprimorístico regido pela alma cósmica e o poder. Isto está muito presente na natureza.


O bem não contém o mal.


A unidade se encontra no início e não no fim.

A realidade caminha para sua realização transcendental e para um absoluto.

Ela advém do absoluto. Uma das provas é a diversidade de vidas, de formas, de células, de astros, etc.


Ou seja, o transcendental, a transcendentalidade, o poder, lentos e direcionados processam a realidade. Ou seja, a realidade não é o resultado de contrários e processos dialéticos, mas do poder.


E a realidade surge do absoluto, e não parte para ele.


A essência fundamental não está no homem ou na razão, mas no poder e no transcendental. Daí advém a vitalidade e a vida, o direcionamento e a ordem.



Quinta parte.

Uma crítica a crítica.


A mente não é o determinante da realidade, mas sim a realidade é o determinante da mente. Não porque temos uma percepção e análise lógica da realidade, mas por que a mente se constrói a partir da vitalidade. E mente e vitalidade são componentes da realidade.


O mundo não tem ordem pela mente, mas a mente e  o mundo seguem a ordem, simetria e direcionamento.


A ordem se encontra na própria realidade que advém do poder e da alma cósmica.



A mente não é como uma cera onde a realidade e o conhecimento são moldados, mas sim, o conhecimento surge da alma cósmica, do poder transcendental e da alma cósmica.



A mente é uma ferramenta da vitalidade, e a vitalidade uma ferramenta do poder e da transcendentalidade, e esta uma ferramenta da alma cósmica.



Antes de haver a racionalidade da mente há a racionalidade vital [vitalidade cônscia]. E a mente é mais uma ferramenta da vitalidade.

Pois, vemos toda uma organização, ordem, direcionamento, simetria morfológica e funcional, transcendentalidade e direcionamento no universo vital, pela reprodução, replicação celular, regeneração, etc.


Sexta parte.

Sobre a desmaterialidade.

Ver tratados de graceli da fisicidade e quimicidade e código graceli da natureza.




Sétima parte.


Três parâmetros da Lógica de graceli.


1- Fundamenta-se na lógica da ordem, da simetria, do poder, do absoluto sobre a realidade.

2- Fundamenta-se na lógica da analogia.

3- Fundamenta-se na lógica da unidade.


Código graceli da vida e existência.


Teoria da Energia cósmica transcendental. Supravital.

Teoria graceli da simetria biológica.

Todo cosmo, toda vida e toda a mente são regidos e coordenados por uma energia cósmica transcendental.

Que existe na vida e no cosmo, mas não é o poder vital, a energia vital que se encontra dentro da vida. A energia cósmica transcendental se encontra em todo cosmo.

Porem a vida tem os seus poderes internos e vitais que tem ação também sobre todo seu funcionamento e aprimoramento.

O mesmo acontece com a mente, sentidos, emoções e todos os inconscientes graceli [ver teorias psíquica de graceli – na internet].

Assim, há uma ordem e poder, uma energia cósmica que permeia todo cosmo, e que desenvolve o propósito metafenomênico existencial e vital.




Teoria graceli da evolução cósmica.
Teoria graceli do supravital.

Assim, não é o ser e nem a espécie que dita a organização da vida e evolução.

Mas a vida e a mente fazem parte de uma energia cósmica transcendental que projeta, direciona e faz acontecer uma evolução cósmica. Onde não é só a vida que evolui, mas a mente, a química, a física os espíritos e todo o cosmo.

Ou seja, a energia cósmica transcendental age sobre o todo e não sobre as partes.


Assim, as células, seres e espécies fazem parte de um propósito metaexistencial.


Pois, a vida, ser espécie não conseguiriam produzir uma veia, um coração, um ribossomo, um gene.


Pois para fazer toda esta engenharia funcionar tem que haver uma racionalidade. E esta racionalidade tem que estar em algum lugar, como um maestro regendo uma orquestra e sabendo cada fase, inicio e fim.


Assim, há algo muito maior, superior, transcendental dentro e fora da vida.


Assim, a vida sozinha não se organizou a ponto de ser semi-simétrica, e com órgãos e membros simétricos.

Com funções especificas e organizadas para cada órgão.


Ou seja, a seleção natural não dita a evolução da vida, ou a própria vida.

Assim, antes do ser tem a vida, antes da vida o poder vital, antes do vital o supravital, e antes do supravital a energia cósmica transcendental.


 E tudo isto se encontra dentro da evolução geral de todo o universo, elementos químicos, funções, espíritos.

Ou seja, a evolução faz parte de um plano determinista.

Um exemplo pode-se citar o sentido da auto preservação auto organização e auto funcionalidade vital mostrando que há algo muito maior do que só materialidade no universo vital.


E este algo maior são o supravital, o metavital e a energia cósmica transcendental.





Teoria graceli da simetria biológica.

Os genes dão uma ordem, uma organização, uma continuidade, uma simetria funcional e morfológica a vida mantendo órgãos e seres numa quase continuidade perfeita.


Como exemplos têm os lados direito simétricos do esquerdo no formato dos órgãos, membros e dos dedos.


Na verdade o corpo é um conjunto de dois lados. O direito e o esquerdo, e que já iniciou com duas partes [esperma e óvulo].


Não são sós os membros e órgãos que são simétricos ou divididos em duas partes – direita e esquerda, mas também a funcionalidade do cérebro e todo sistema nervoso.



Quando um dentista aplica uma anestesia num lado da arcada dentária só aquele lado até o centro será anestesiado, não passando para o outro lado.

Com isto se conclui que a inervação e o sistema nervoso também são formados de dois lados.



O mesmo acontece com o cérebro e a medula.

Provavelmente os óvulos, células e genes são divididos em dois lados.


Esta simetria funcional pode ser encontrada nos lados dos olhos. No pulmão. E outros órgãos.

Na verdade há um descanso das partes. Enquanto uma se encontra em grande atividade a outra diminui a sua atividade.


Isto acontece em períodos também com o pulmão, enquanto um lado trabalha o outro descansa.

Há uma organização nisto tudo. Até o sono tem esta função descansatória. Assim, há uma simetria morfológica e funcional da vida.

Assim, há um plano cósmico, uma energia cósmica transcendental por regendo todo cosmo e sua evolução, juntamente coma vida e espírito.


A química da vida é uma das fases e objetivo deste plano cósmico.


A auto preservação é um componente deste plano auto direcionador.

A vida também procura a beleza e a simetria na funcionalidade.



A genética não é só a transcendentalidade, mas a ordem, a manutenção da ordem à simetria funcional da vida.

Do contrário teríamos seres medonhos e funções anômalas. Ta certo que tem alguns morcegos que são medonhos. Porém suas funções e órgãos são simétricos.


Assim, a simetria é uma ferramenta do supravital e da energia cósmica transcendental.


Princípio dos lados direito e esquerdo.

A ponta do nariz é dividida em duas partes, o queixo, a língua, as costelas, e outros.

Uma estrela marinha de cinco extremidades é dividida em duas partes em cada extremidade.

O mesmo acontece com os tentáculos de polvos e lulas.

Os órgãos sexuais são formados de partes direita e esquerda, testículos e trampas e ovários nos dois lados. Os órgãos sexual masculino e feminino também têm a sua divisão e seguem uma simetria.

Os dedos têm o lado interno externo, e as funções de vasos também seguem este mesmo desenvolvimento. Como também o sistema nervoso.



E a simetria não é só morfológica, mas também funcional e aprimorativa e transcendental.

Assim, a simetria biológica passa a ser um parâmetro da ordem, do determinismo vital frente ao indeterminismo e acaso da evolução.


A simetria é uma ferramenta da perfeição da funcionalidade biológica.

A multiplicação celular sempre ocorre numa multiplicação por dois, que é simétrica.



Mesmo havendo a penetração de dois espermas num óvulo teremos gêmeos idênticos, ou seja, dois seres com três componentes num processo de assimétrico para simétrico.



Com isto podem afirmar que há um poder, um direcionamento vital, supravital, de energia cósmica transcendental e poder divino regendo um plano para a existência e vida.


Assim, a vida é parte de um plano e de uma energia cósmica transcendental.



Os agentes e componentes fundamentais da vida são.


1- O divino.

2- A energia cósmica transcendental.

3- Plano superior da vida [metafenomênico, transcendental e metaexistencial].

4- O poder vital.

5- O inconsciente vital e aprimorativo.

6- A energia vital presente em todo o corpo, nos ribossomos e no magnetismo do corpo.

7- A física processual do corpo.

8- A química do corpo que tem ação direta sobre a física do corpo. E uma sobre a outra.





A vida química.

Antes de haver uma vida química para uma vida biológica há uma vida energética, presente nos centros de energia dos ribossomos, mas não vivo.


Este riboenergético passou a aglutinar aminoácidos e energia processando o que se pode chamar de pré vida. Que levou ao processamento de aminoácidos e carbono num ínfimo aglomerado, onde surgiu a pré vida [ ou a vida química].


Da pré vida surgiu a vida biológica do poder vital, reprodutiva, genética, mental, simétrica, espiritual, craciológica, e supravital.


Este processo de aglutinação ocorre em todas as partículas, sistema atômico e de campos principalmente a eletricidade e magnetismo proveniente do magneto graceli.


Ou seja, a vida surge da pré vida que se forma através da energia, eletricidade e magnetismo e do estágio químico da natureza [aminoácidos, carbono, água, exigênio, hidrogênio [componentes carregados de energia, eletricidade e magnetismo]].



A aglutinação destes componentes e processos centrados num só ponto levou ao surgimento da vida.

Ou seja, a vida surge de estágios de pré vida.

Esta é a parte energética estrutural da vida, porém há uma realidade cósmica supravital, uma energia cósmica sobre tudo isto inclusive um universo espiritual.






Teoria graceli biológica de fases.

A vida surgiu de fases com inicio de aglomerados energéticos para aglomerados de carbono e aminoácidos e cálcio, onde se forma os corais, liquens, vegetais, fungos, aglomerados de ribossomos a unicelulares, pluricelulares e supravital.


Ou seja, a vida não surgiu da lama, ou da química, mas da energia [aglomerados de eletricidade e magnetismo] para se tornar matéria, e depois matéria orgânica.


Até a forma de animais, vida com sentidos, sentidos e inconscientes vital, mente, genes, simetria, supravital, e espírito.


Porém, sobre tudo isto há uma energia cósmica transcendental, um pode divino, um poder dentro da própria vida e da vida.


O animal é um dos estágios da vida, e somos uma continuidade de campos [eletricidade e magnetismo], física, alquímica e química, sentidos e mente e emoções, genética e reprodução simétrica e direcionada, plano poder e supravital.


Como os seres vivos todas as partículas e campos se alimentam de energia, absorvem magneto graceli e expele radiação. E mantém um fluxo de energia.


Os seres vivos são carregados de energia, eletricidade e magnetismo e que este fluxo energético ajuda a manter o fluxo da vida.


Porém, nisto tudo há uma ordem, um poder supravital e energia cósmica transcendental.





Teoria graceli da Magnobiogênese.



A vida a partir da energia que tem origem do magnetismo e eletricidade.

Assim, a vida não surge de uma célula viva, ou química, mas de um aglomerado energético.


Temos mais magnetismo e energia nos ribossomos que centros de produção de energia [ver ciclo de Klebs].


A energia dá o estímulo aos sentidos, a mente, a vontade, a coordenação dos movimentos, ao inconsciente vital e mental. Coordena as funções metabólicas e do coração.


A um grande aliado nos movimentos principalmente dos espermatozóides. Na produção de hormônios e do sistema nervoso.


Por isto que o ser e a vida são o conjunto de vários universo. O físico, o químico, espiritual, o de poder, e o supravital e transcendental.


A matéria e a energia são os substratos da vida. O poder é o agente e o plano da vida.


O corpo é atravessado por radiações, magnetismo e eletricidade e que ajuda no fluxo da vida. E ajuda a manter as funções da vida e energia dentro do ser.

Alimentamos-nos também de energia.

Confirma-se isto nos cálcios que precisam da radiação solar para ativar as suas funções.

E a necessidade da luz na fotossíntese.



Sobre a replicação celular.

Teorias como a genética e a da evolução não conseguiram provar o que leva as células a se replicarem numa simetria dupla.

 E dá onde vaio o poder da organização celular. E a organização da vida para a reprodução.


E das características de cada sistema com células diferentes para aquelas funções. Pois as células sanguíneas não são iguais as do coração, e estas as dos outros órgãos e dos ossos.


Ou seja, há maior na vida do que a física, a química e a química orgânica.


Assim, temos uma realidade com um plano cósmico que está além da própria vida. Onde a constituição física, química e biológica e sua transcendentalidade são o substrato a estrutura da vida. E por trás há uma energia cósmica transcendental, m poder vital inserido na própria vida.

Ou seja, a vida não é uma só realidade, mas varias realidades e componentes formando um.

Assim, a vida surge do supravital – propósito  poder cósmico anterior superior a própria vida.


Pois a energia, a matéria não teria um poder de organização e ordem e simetria morfológica e funcional para produzir a vida, a reprodução, a auto replicação, aprimoramentos vitais, sensitivos, mentais, comunicatórios, locomotores, bioquímico e químico como na luminescência de vaga-lumes, camuflagem, mimetismo, etc.

Então fica uma pergunta da onde vem este poder e vontade.


Estão temos o universo de energia cósmica e supravital, o vital, o físico, químico e biológico.


E a vida não surge da matéria, da energia, eletricidade, magnetismo, carbono e aminoácido, mas sim de algo superior e alem da própria vida, que permeia todo cosmo que é uma alma cósmica de vontade e direcionamento.


Assim, o supravital é a alma cósmica.


A alma cósmica não é a energia vital, ou poder vital. O poder vital é um projeto e plano da alma cósmica na formação e desenvolvimento da vida.


Não está dentro da vida, mas  faz parte e permeia o cosmo.


Assim, a teoria da evolução e genética não conseguiu responder a causa da replicação celular e a origem e organização genética levando ao simetrismo morfológico, funcional e aprimorativo.





Teoria de estruturas de realidades.

A realidade não é única, há varias estruturas e formas de realidade, como. Energia, campos e matéria, química inorgânica e orgânica, corais, liquens, fungos, vegetais, animais, mente, espírito, sentidos, energia transcendental e poder cósmico.


A genética procura a perfeição e a simetria a funcionalidade perfeita.


O aprimoramento não se deve ao acaso, ou a variações espontâneas e ambientais, mas sim segue uma ordem, um direcionamento.


Um erro dificilmente leva a perfeição.


O pescoço e língua da girafa é um exemplo de não erro, mas de direcionamento vital para a sobrevivência, já que em épocas difíceis o alimento rasteiro faltava e era bastante disputado.


Temos ai o poder vital direcionado e o poder da energia cósmica transcendental que capacita o poder vital.

Variação semelhante ocorre com alombada dos camelos, pois se capacitam para sobreviver na falta de água.



Assim,

As teorias vigentes não conseguiram responder.

A duplicação do ser em partes direita e esquerda.

A simetria das partes e da funcionalidade simétrica.

A causa da replicação genética e celular.

Qual a causa que levou os genes a existirem para manter a simetria morfológica e funcional da vida.

Diversificação da potencialidade vital de espécie para espécie.
Exemplo.

O homem tem o pensamento lógico.

Aves podem voar.

Carrapatos podem viver até doze meses sem se alimentar e reproduzem mais de dez mil, e em relação ao peso é um dos que mais vivem.

Colibris que conhecem as dimensões espaço e tempo e energia [dimensões de graceli] que planam no ar mostrando que tem o domínio da potencialidade da energia das asas e do espaço e do tempo.



Ou seja, a vida caminha para uma indeterminalidade a partir de uma determinalidade. Ou seja, a vida caminha para uma multiplicidade de formas de vida conforme a potencialidade determinista da própria vida.

Os seres passam a construir a sua existencialidade.


Mas a vida constrói a morte e a renovação para sobreviver o novo. O novo ser e a nova vida e a nova espécie. Ou seja, somos transcendentais.

Para isto a reprodução já está estipulada no código genética. Os novos e fortes tem filhos mais fortes. Os velhos mesmo se foram fortes quando jovens terão filhos mais fracos.





Princípio da existencialidade.

É a lei da existência. O mesmo acontece com a replicação celular. Células velhas não têm grandes replicações.


O nono ser que nasce com a reprodução.

A nova célula que nasce com a replicação.

A nova espécie que nasce com a mutação.


O homem de hoje pode ser o homem de amanha.

Assim, a morte já é uma programação da vida para que a vida, os seres e espécies se mantenham sempre novos, fortes e renovados.

Para que mantenham as mudanças em perfeitos processos para o futuro da vida.




Ou seja, há um propósito superior à própria vida. Pois, se todos os seres fossem velhos a vida não se renovaria. Para isto a reprodução ocorre mais com os novos.

Abelhas têm os zangões só para a reprodução depois eles morrem. Algumas espécies de aranhas fêmeas comem os machos após o acasalamento.



O código da vida e da existência já vem no ser. Ou melhor, já existe mesmo antes do ser existir.

Ou alguns seres existem só para cumprir funções reprodutoras, ou todos existem só para cumprir funções.

Ou sua vida e existência já é parte de um plano determinista mesmo antes da vida.




Assim, temos o código da existencialidade e vida que é a energia cósmica transcendental e do divino sobre o poder vital e plano existencial.

E estes sobre o simétrico vital e a potencialidade vital.





Teoria da potencialidade vital.

Parâmetros existenciais.


A potencialidade vital varia de espécie para espécie, pois se compararmos o tempo de vida do carrapato com a tartaruga em relação ao peso verá que o carrapato tem uma existência mais de mil vezes a da tartaruga, mesmo esta vivendo mais de trezentos anos. [ver teoria biológica de graceli – publicada na internet].

Não relacionei a existência das bactérias.





Sobre os filhos dos mais velhos.

Filhos de seres mais velhos tendem a ser mais fracos e não perpetuar a prole por muito tempo.

O mesmo acontece com filhos de parentes muito próximos que na maioria das vezes nascem com problemas funcionais.


Ou seja, a natureza se encarregou de por parâmetros e ordem na vida e na existência.

Por isto que há algo superior à própria vida. Que é o poder vital e a energia cósmica transcendental.


E o vital tem a sua racionalidade, ou melhor, só somos racionais por que a vida é racional.


Assim, há um plano, um poder, um direcionamento, uma ordem, uma energia transcendental regendo todo cosmo, vida e mente.


Porém, Deus existe e espíritos existem. Não escreveria isto se não tivesse testemunhado a existência de espíritos.


Assim, há a energia cósmica transcendental geradora do cosmo, vida, mente, existência, espíritos.


A vida transcende pela genética, replicação celular, reprodução e mutação.


Assim, o código graceli da vida e existência é a energia cósmica transcendental, poder divino e poder vital.







Teoria graceli Psicotranscendental.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil – direitos autorais.

Colaborador – Márcio Piter Rangel



Propósito.
Psíquico metafenomenal.
Poder vital psíquico.
Psíquico Transcendental.
Psíquico vital.
Psiquímismo.
Psicossomático.


A mente tem uma origem a partir da vida. E dá uma origem meta vital – um propósito anterior à própria vida.

Por isto pode-se falar que a mente que é uma parte e ferramenta que trabalha para o funcionamento e transcendentalidade da vida, também faz parte de um propósito metafenomenal, ou seja, o psíquico é metafenomenal.

Assim, a vida também é um poder vital psíquico, por ser uma parte do conjunto do que é a vida.

E a mente além de ser metatranscendental também é transcendental, pois faz parte da natureza da vida genética de reprodução, replicação genética e transcendência de características.

Assim, a mente também constituída de poder vital psíquico.

E faz parte do universo vital e transcendental, além do metatranscendental.


Porem, a mente é constituída de um mecanismo físico e químico e que tem ação direta sobre o funcionamento da mesma. Ou seja, o universo orgânico e metabólico tem ação e função sobre o psíquico.

Porem, o psíquico também tem ação sobre o próprio psíquico, isto pode ser chamar de psiquismo.

Uma pessoa com depressão pode aumentar o problema se ela não trabalhar para a sua melhora.

Ou mesmo a morte de um pai ou mãe pode levar a um trauma psíquico se a pessoa entrar num isolamento social, familiar e psíquico.


Porém a pessoa já nasce com uma carga genética de pré-disposição para isto. Isto se pode chamar de genética psíquica. E que conforme as situações social e familiar a pessoa pode ter uma maior ou menor possibilidade de cura e [ou] convívio social.


Craciopsicogênese. O poder que cria a vida cria também a mente.

O poder cria a vida sobre a matéria.


Relatividade psíquica.

O homem, o ser a mente são o resultado existencial, temporal, espacial, cósmico, biofisicoquímico até aquela época e lugar.

Ou seja, o ser a mente, o homem em si não são eles, mas sim a temporalidade até eles.

Ou seja, como a vida, a mente representa tudo que passou e chegou até ela.

A cósmica, biofisicaquímica também faz parte desta temporalidade e processos de formação, ápice, aprimoramento e estágio transcendental.


Pois, a mente trabalha conforme todo desenvolvimento existencial, cósmico, e biofisicoquímico e vital. Que são componentes fundamentais na formação e estrutura da mente, ser, vida, homem e sociedade.


Ou seja, a mente não é produto da genética, mas sim, da temporalidade existencial, cósmica, vital, e biofisicaquímica.


Por isto torna-se relativa, variável e indeterminável.


Assim, como o homem, a sociedade, o ser, a realidade, a existencialidade, e a transcendentalidade metafenomênica.


Assim, a referência não está no outro, mas no conjunto que o antecedeu, ele é o ápice, o estágio transcendental daquela realidade e existencialidade.

A gênese do inconsciente está no universo vital, alma vital e no conjunto do que o antecedeu [psicoinconsciente, psiquicogênese], e não na sexualidade ou na repressão.


Inconsciente, mente e sexualidade são componentes transcendentais desenvolvidos pela vitalidade e energia cósmica transcendental para funções específicas para a formação direcionada da vida.

[para uma melhor compreensão ver textos publicados por graceli na internet].



A base se encontra na metapsicologia – e inconsciente e sexualidade se encontram no transcendental, no propósito psicofenomênico.


Na simetria e transcendentalidade da vida está exposto por que temos órgãos sexuais, o hormônios para atração e reprodução, replicação celular e de órgãos, etc. assim como a replicação de células do cérebro.


Ou seja, a vida faz parte de um plano cósmico superior a própria vida, regido pelo divino e pela energia cósmico transcendental.


Não é a autoridade do outro que se imprime em cada um de nós.

Mas, o transcendental, o cósmico, o vital, o existencial que chega até nós e que se desenvolveu por milênios. Ou seja, não é o outro, mas o anterior.





Psicovitalidade existencial.

Crácio, vital e thânatos.


O determinante da mente não é a pulsão da repressão.


1- Mas, o universo vital que produz a mente com ferramenta vital, existencial, metaexistencial, funcional e transcendental [onde produz a noção de si no universo e na realidade e dentro de lê mesmo].


2- O universo existencial e metaexistencial em que está inserido dentro do ser e faz parte de sua natureza,



3- E o universo mental e psíquico [psiquismo de graceli] que também é um agente determinante da própria mente.



A morte é uma construção da metaexistencialidade e da vitalidade, e o psíquico tem inconsciência e consciência dela.



Por isto que todos os seres inconscientemente a tolera.



A morte tem função existencial e fundamental no universo existencial e por isto que faz parte da nossa realidade existencial, vital e psíquica.



Pois, na morte de células, membros, seres e espécies há a renovação e regeneração e aprimoramento, por isto que o nosso organismo já vem estruturado para uma renovação, replicação celular e reprodução a partir de certa idade, com membros, hormônios e crescimento de membros para função especifica da reprodução. O mesmo acontece com a replicação celular.



Do contrário, sem a morte e com a reprodução continuada até uma velhice máxima os descendentes seriam fracos e colocaria a vida, a existência e a mente em declínio.



Por isto que a morte tem função na existencialidade e é uma construção da vida.


E por isto que inconscientemente a aceitamos sem grandes desesperos.



Pois, não há nada pior do que envelhecer e deixar de existir. E se não tivéssemos esta inconsciência existencial todos seriamos traumas enormes por uma não vida eterna.



Porém, somos um projeto metaexistencial que está consolidado antes da vida e da existência, e permanecemos vivos pelo espírito além da vida funcional.


Pois há uma energia cósmica transcendental agindo sobre todas as coisas, do antes e do depois. Isto se confirma na harmonia e alinhamento cósmico, nas faixas e camadas graceli, na simetria da vida e no poder vital.



Com isto temos.

1- A inconsciência vital da limitação da vida. E nascimento, reprodução e fim.


2- A inconsciência existencial e transcendental da limitação da vida. Pois nascemos com a noção de que somos um estagio existencial [um elo] fundamental no universo como um todo.


3- Por isto também reconhecemos um ser [divino] e uma energia cósmica transcendental regendo esta ordem e desenvolvimento em que nos encontramos.

E este conhecimento também tem na forma inconsciente.

Observação. Os inconscientes tratados são os inconscientes defendidos por Graceli, e não o inconsciente freudiano que se forma na puberdade.



Outras formas de inconsciente.


1- Há o inconsciente vital da existência e funcionalidade orgânica da produção da vida.



2- O inconsciente transcendental que chega até o ser que foi estruturado anteriormente.



3- E o inconsciente transcendental da passagem e estágio da existência do ser. E de uma energia cósmica transcendental e poder divino.



4-  o inconsciente do psiquismo – a mente que tem ação sobre a própria mente.



5- E o inconsciente racional – onde a mente trabalha sem o ser ter um direcionamento consciente direto sobre aquela formação de racionalidade, emoção, imaginação, instintos e comportamento.



6- E o inconsciente presente nos sonhos. Sem coordenação e direcionamento da consciência.


A psicanálise considera a repressão como a origem geral dos fenômenos patológicos psíquicos.

Enquanto a psicovitaltranscendental considera o universo metaexistencial e existencial, vital e craciológico, o psiquismo e os inconscientes naturais e transcendentais como a origem de todos os fenômenos psíquicos – os normais e os patológicos.





Componentes e fases fundamentais da mente.



1-   A mente como um estágio inconsciente do universo metafenomênico e transcendental que chega até a fase do homem e na construção do inconsciente forma também a psiquê.


2- A mente como um componente da inconsciência existencial de si no universo, onde a mente passa a ser o referencial da razão e emoção sobre a existência do homem no universo.



3- A mente como uma ferramenta do inconsciente vital na ação e funcionalidade da vida e do ser, da espécie, da replicação celular, reprodução, aprimoramento e eternização da vida.



4- Mas, não a eternização do ser e da espécie, neste ponto surge a inconsciência da morte do ser, e a inconsciência da eternização da vida, por isto o ser não entra em paranóia e traumas. Pois, o ser é nada mais do que acontece dentro da vida e da inconsciência.



5- A mente como componente do inconsciente psíquico, pois surge o psiquismo como mais um estágio entre tantos. E o psiquismo [ação da mente sobre a mente e sobre a vida] é mais um dos determinantes da normalidade da mente e das patologias psíquicas.



6- A mente como inconsciente transcendental de tudo que se formou e do que chegou até ela, e como inconsciente da vida, do ser e da própria mente, onde todos são transcendentes e temporais, ou seja, é um elo que existe num tempo, num espaço, e num estágio vital, existencial, metaexistencial e mental.



7- E a mente como componentes inconscientes do poder da existência que existe tanto na existência, vida, poder, inconsciente e mente.





Teoria graceli do inconsciente transcendental.


O inconsciente transcendental é a aquisição de todas as formações até aquele ser, aquela vida e aquela mente, e dentro do ser e de sua mente há a inconsciência da vida e da morte. Porém, o ser não vive para a morte, mas para a vida, a morte é uma consequência da vida e uma produção da mesma para uma renovação, replicação celular e reprodução e aprimoramento da vida sempre sobre o novo e o forte organicamente e psiquicamente, por isto que o organismo está apto para a reprodução com o novo, e o velho já não tem a mesma função com perfeição, se tiver.

Ou seja, o ser não vive para a morte, mas para a vida e sua transcendentalidade e tanto o organismo está preparado para isto quanto o seu inconsciente vital e transcendental.


Por isto que o organismo tem potencialidade de transformações próprias para a reprodução, como modificações de órgãos, hormônios, mentalidade, etc.


O mesmo acontece com a replicação celular. Pode-se dizer que as células também possuem um código vital para a transcendentalidade que existe tanto na forma funcional, metabólica, morfológica e psíquica [inconsciente celular transcendental].





Código graceli vital para a transcendentalidade.



O código vital para a transcendentalidade também existe como código vital existencial e metaexistencial, ou ser a vida, o ser e a mente existe através de um propósito metaexistencial e existencial anterior ao propósito transcendental, vital, mental, reprodutivo, de replicação celular, funcional e metabólico, e morfológico e final [thânatos].



Por isto que temos dentro de nos e nascemos com o inconsciente do fim, porem sabemos que o fim só é do ser, da sua fase, mas a vida transcende se aperfeiçoa e continua.




O metaexistencial e existencial.


Pois, o metaexistencial surge de um propósito cósmico e divino na produção da vida e da existência. Anterior à própria vida, existência, ser e mente.


E o existencial é a própria existência se fazendo realidade através do propósito metaexistencial.


Assim, a mente e o inconsciente seguem uma racionalidade existencial, vital e psíquica. Que direciona a própria vida e a mente.

Ou seja, a mente e o inconsciente estão ligados a existencialidade, a vitalidade, a transcendentalidade, ao poder e vital, ao universo biológico e psíquico.


A finalidade última da vida e da natureza não é a morte, mas sim a transcendentalidade, o aprimoramento, a existência e a metafenomenalidade para isto que existe os espíritos e a alma do ser. A vitalidade para a vida e a existência, a reprodução, replicação celular e regeneração de tecidos e órgãos para a transcendentalidade, e genética e simetria biológica para a ordem da vida e da existência.



Ou seja, a teleologia que se instala no seio da natureza não é a morte, mas o poder, a transcendentalidade, a ordem, a simetria, a existencialidade e metafenomenalidade.



Nesta realidade a materialidade não passa do substrato da vida e da natureza. Ou seja, não tem função principal na natureza.



O ser não é apenas células, mas ordem e simetria, projeto e projetado, poder e transcendentalidade, existencialidade e metafenomenalidade.



A finalidade da natureza não é reproduzir para morrer, mas sim reproduzir para transcender. Porém a finalidade principal não é a sexualidade, mas sim a transcendentalidade, por isto que também existe a replicação celular e a regeneração de órgãos, processos químicos, metabólicos, orgânicos etc., todos com funções voltadas para a transcendência e a manutenção da vida.



Assim, a finalidade principal da vida não é o prazer [Epicuro e Freud], mas a transcendência, pois o ser a mente são resultados da vida e da vitalidade. E estes da existencialidade e transcendentalidade, e este da metafenomenalidade.



Assim, o ser não existe para se reproduzir ou para morrer, mas sim a finalidade da vida é a existência e a transcendentalidade.



Pois, uma coisa é a existência, outra a vida, outra a vitalidade, outra o ser, outra a mente.


A existencialidade produz a vida e a vitalidade, e estes produzem o ser e a mente, a reprodução e a sexualidade, a replicação celular e a regeneração de órgãos, metabolismo e produção de hormônios e processos biofísicos.


Porém, a finalidade é a existencialidade.

Assim, a finalidade da vida não é a reprodução, a morte, o fim, o amor, o gozo, o prazer, mas a existencialidade, e a transcendentalidade.

A essência da vida, da existência, da transcendência, da mente não se encontra no inconsciente, mas no código da transcendentalidade. Que existe antes do próprio ser vir a existir.

Assim, a essência e a raiz da mente não se encontram no inconsciente, a repressão não é o tronco que vai moldar a mente, o amor não é a finalidade da vida, do ser e da mente.

1- Mas sim, a essência e raiz da mente se encontram na existencialidade e no código da transcendentalidade.

2- O que vai moldar a vida e a mente é o propósito metafenomênico e fenômeno da existencialidade.

3      - A finalidade da vida, da mente e do ser é a transcendentalidade e a existencialidade.



Não é o inconsciente freudiano que molda a mente e a sexualidade, a reprodução e a replicação celular. Mas sim, o inconsciente vital que rege o desenvolvimento destes fenômenos.

E o inconsciente vital e estes fenômenos existem em função da transcendentalidade [no sentido de transcender e no sentido de poder [crácia]]. E que tem por finalidade metafenomênica a existencialidade.



Ou se formos por numa ordem.


Primeiro - a finalidade metafenomênica existencial.

Segundo - a transcendentalidade.

Terceiro  - o inconsciente vital que está dentro da vida e rege a vida e a mente.

Quarto - o inconsciente psíquico transcendental que nasce com o ser. Pode-se dizer que é a alma da mente.
Como se vê este inconsciente é diferente do inconsciente da puberdade e a repressão proposto por Freud.



A morte não está ligada com o amor [Eros e thânatos].

A morte é uma programação da vida para a transcendentalidade renovada através do novo, para isto que há a reprodução, a replicação, a regeneração, mimetismo, etc. que acontecem com mais intensidade numa fase mais nova e preparada da vida.

É uma programação final e funcional da vida e da existencialidade.




E o amor é também uma programação funcional da vida e da existencialidade. Para isto que o organismo é preparado para esta função transcendental, vital e existencial.

Logo, thânatos [morte] não existe por causa de Eros [amor]. Mas por causa, origem e finalidade da vitalidade, da transcendentalidade e da existencialidade.

Assim, como a mente e o inconsciente natural e vital.


O inconsciente não tem origem no reprimido, na puberdade, na pulsão sexual, na pulsão da auto conservação.

Mas sim, o inconsciente nasce com o ser, faz parte de sua natureza vital, faz parte da alma vital, faz parte do propósito metafenomênico existencial e transcendental. Faz parte do projeto e direcionamento da vida. É uma ferramenta da vida.



Código graceli de simetria biológica.

Teoria graceli de simetria e transcendentalidade biológica.


Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil – direitos autorais.

Colaborador – Márcio Piter Rangel


Teoria graceli de potencialidade biológica.

Depois vem o poder de ação que dirige a vida, a mente a o homem. Pois a vida construiu uma forma de eternidade através do poder, criando a reprodução de por novos, renovação de celular por novos, regeneração de órgãos e tecidos por novos, e construiu a morte para a manutenção da vida por novos e mais resistentes.


Ou seja, o poder é um agente primeiro sobre a vitalidade e vida, e a vitalidade e vida sobre o ser. Pois, o ser conhece a morte num curto espaço de tempo. Enquanto a vida tenta se proteger com todos os seus poderes e potencialidades vitais, criando mecanismos, potencialidades, novas funções e metabolizações, órgãos e membros, reprodução, renovação e regeneração.

Com seres com potencialidades diversas.

Como o homem que tem um pensamento e sentimento bem apurado.

As enguias que produzem eletricidade.

Os carrapatos que vivem mais de um ano sem se alimentar de sangue e reproduz para mais de dez mil durante a sua vida.

Os vagalumes que produzem luminescência por transformação química. Etc.


Ou seja, o que dirige a vida e a mente não é a vontade, mas o poder, a potencialidade, a vitalidade e a racionalidade vital.



Com isto não é o meio que determina as espécies, pois, num mesmo meio varias espécies desenvolvem potencialidades, metabolizações, órgãos, funções, reproduções, tempo de vida, etc. diversa de uma da outra.

Isto se pode confirmar em morcegos, em formigas, em carrapatos, em macacos, em gafanhotos, em aranhas etc.

Ou seja, há várias espécies de formigas num mesmo habitat, várias espécies de baleias, peixes e moluscos. Etc.

Assim, o determinante não é o meio, mas a potencialidade e o poder, e as espécies não ocorrem ao acaso, mas sim cada uma tem um direcionamento e potencialidade própria que elas desenvolvem conforme o seu poder vital de ação sobre si mesma.


Ver teoria graceli da simetria biológica no código graceli da natureza. [acesso no google].


Vitalgênese. A alma da vida evolui e transforma a matéria.

Uma coisa é o ser outra coisa é a vida.

Ser e vida se transformam a e alteram a matéria.

Assim, o que evolui não são as espécies e nem o ser, mas a vida que se encontra dentro do ser e das espécies.

Onde cria mecanismos funcionais, órgãos, funções, reproduções, replicações celulares, simetrias e genética, e transcendências para se perpetuar e aprimorar-se.


O poder vital se aprimora a proporção que a alma vital evolui. E a sua potencialidade de evolução atua sobre a vida, o ser e as espécies.

O espírito também evolui.


Craciobiogênese. A vida que surge pelo poder, e do poder surge a alma vital, da alma vital a vida, o ser e as espécies.

Incluir a simetria da vida.


METAFENOMENIA EXISTENCIAL TRANSCENDENTAL E FENOMENIA  de Graceli.

Parâmetros para a construção de uma religião.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil – direitos autorais.

Colaborador – Márcio Piter Rangel


A realidade se desenvolve nesta ordem de ação de um sobre o outro.



1- Divino.

2- Energia [alma] cósmica transcendental.

3- O transcendental [transcendência inserida de poder, direcionamento e ordem].

4- Alma vital e poder vital. Racionalidade vital.

5- Vida. Inconsciente vital.

6- Inconscientes e Mente.

7- Ser [constituído dos componentes anteriores e o substrato que é a materialidade].

8- Racionalidade, estímulo e emotividade.

9- Unicidade e ordem cósmica e astronômica.                      10 - Código graceli simétrico biológico, alma vital e código graceli da vida e mente.

11 - Código graceli do inconsciente.
12- Inconsciente vital.



Introdução.

Para as religiões o alvo de Deus é o homem, para o gracelinismo o alvo de Deus é a ordem, o poder e a vida.

Para a filosofia o alvo da realidade é o sujeito e a unidade, para o gracelismo é a ordem cósmica, a unidade, a existencialidade, a metafenomenalidade, a transcendentalidade, o poder e a vitalidade.

O homem não é mais o centro.

Para a filosofia a racionalidade se encontra no cérebro, para o gracelismo se encontra no poder, na ordem, simetria, unidade, e na vitalidade.

Para a psicologia a mente é regida pelo inconsciente, para o gracelismo é regida pela vitalidade e existencialidade.

Para a biologia o universo material tem ação fundamental para a vida, para o gracelismo é a energia cósmica transcendental, a existencialidade e metaexistencialidade, o poder e a vitalidade.



Para biologia as espécies evoluem, para o gracelismo o poder vital e a vitalidade evoluem, e auto direcionam esta evolução, por isto que existem várias formas e funcionalidades tanto vitais, biológicas e psicológicas.

                                                

Para a física, química, astronomia e cosmologia o universo não segue uma ordem, uma simetria, um direcionamento. O gracelismo e a cafq graceli mostram esta ordem, nas faixas e camadas graceli, no alinhamento astronômico e cósmico, e na produção da esferificação. [ver teorias cosmológicas de Graceli e o universo fluxonário estruturante].




Primeira parte.

Craciobiogênese. E código graceli da potencialidade vital.

A vida não surge da não vida, matéria, abiogênese. Pois, para isto acontecer a matéria deveria conter em si a alma vital, e ter uma programação para a própria vida. E uma racionalidade vital e mental.

A vida não surge da própria vida, biogênese. Pois, se ela surgisse da própria vida já seria a vida. E ela em si teria o poder e a ordem e direcionamento vital. Ou seja, ela mesma desenvolvendo isto teria que ter inserido nela este poder de racionalidade vital, transcendental e de aprimoramento.



Logo, a vida, só pode surgir de uma alma vital, uma alma cósmica, uma energia cósmica e poder cósmico. Onde cada vida é constituída desta alma vital e cósmica. Esta explicação surge do inexplicável, pois, deve surgir de algum ponto, lugar, tempo, poder, processamento, vontade para haver tanta ordem, direcionamento, racionalidade vital, simetria biológica morfológica e funcional [ver simetria graceli], direcionamento transcendental e aprimoralístico. Abrimos assim, uma craciobiogênese, a biogênese pelo poder.




Temos no poder o direcionamento da vida, pois a mesma segue uma racionalidade existencial própria para se manter e persistir como existente, e esta racionalidade é encontrada em todos os mecanismos desenvolvidos pela mesma para se manter na sua existencialidade. Como, reprodução, replicação celular, metabolismo, mimetismo, regeneração, defesa e ataque a bactéria, aprimoramento, reconhecimento de vírus e imunização.



Reprodução de seres jovens e produção de hormônios e órgãos para isto, simetria biológica e funções e potencialidade especificas para cada necessidade vital e existencial presente em cada espécie e ser.



O que é determinante não é a complexidade e o número de células e tamanho dos seres de cada espécie, mas o poder e a potencialidade de cada um. Ou melhor, de cada vitalidade.



Por isto que os seres mais complexos e maiores não são o que vive mais e tem mais ferramentas existenciais e vitais.


Uma formiga vive mais do que o homem se for feito uma proporção em relação ao peso e tempo de vida entre os dois.


Um carrapato vive até um ano sem se alimentar de sangue. E tem uma reprodução de mais de dez mil filhotes.


Outros animais pequenos conseguem se locomover e voar com facilidade, eles desenvolveram através de suas potencialidades asas para isto.


Outros são luminescentes, como no caso dos vaga-lumes e de alguns cupins, ou seja, desenvolveram um processo que transformam a energia e química interna em luz. [Ver teoria graceli da inversão biológica].



Animais abissais conseguem sobreviver com facilidade sob a pressão da água, do sal e sem luz.


Ou seja, a matéria não teria tanto poder para produzir tanta racionalidade e direcionamento na produção da vida. E a vida sozinha não surgiria do nada com tanta potencialidade para funções e órgãos vitais.



Logo, a vida só pode ter uma origem fora da vida e fora da matéria. Para isto que recorremos à alma cósmica transcendental. Que é a craciogênese.
                            


Segunda parte.

Não é a materialidade, o psicologismo, o tempo e o espaço, a energia dimensional de graceli [ver código graceli da natureza], os determinantes da natureza, da realidade, da vida e da mente.

Mas, é no poder e na alma [energia] cósmica transcendental que encontramos os determinantes.

Não está dentro da vida, não brota de dentro para ser formar realidade, não está na matéria, pois esta deveria ter contido nela este poder, não está no outro e muito menos no anterior para aparecer no posterior e no presente [tempo].



O que procuramos é a causa fundamental da vida e da existência, da ordem, da simetria e do direcionamento, da transcendência e da existencialidade [sentido direcional por poderes para manter a existencialidade], da forma e da funcionalidade organizada e direcionada, o aprimoramento e a transcendentalidade.



Logo, a causa fundamental não pode estar contida na matéria que a partir dela se forma a vida e toda ordem e direcionamento vital.


E não pode estar contida na própria vida, pois se a vida surge da vida, logo ela veio de si mesma, e toda esta causa fundamental já estava contida nela.


Ou seja, quando não encontramos algo num ponto abrimos as possibilidades para que este algo seja encontrado em outros pontos e lugares, ou poderes e alma [energia].

Assim, saímos da materialidade, dos processos, do élan vital, da temporalidade [do anterior sobre o posterior] e do espaço, do acaso, e da espontaneidade.



E entramos num novo eixo, que é o do poder, da alma e energia cósmica transcendental na estruturalidade da realidade, da vida, da mente, do conhecimento, da ordem e alinhamento cósmico. Da simetria biológica.



Primeiro - da existencialidade e transcendentalidade.
Segundo – da vitalidade.
Terceiro – da ordem, do direcionamento, da simetria.
Quarto – da vida.
Quinto – do ser.
Sexta – da racionalidade – cósmica.
                                            Vital.
                                             Inconsciência.
                                             Mental.
                                             Emocional.
Sétimo - do universo psíquico.
Oitavo – do universo estruturado e material.




Segunda parte.

Categorias fundamentais da realidade.

A essência e a causa fundamental da realidade, da vida, do ser, da mente, da consciência, e outros é o divino e a alma cósmica transcendental.

Depois vem o transcendental inserido de poder e direcionamento, o poder e a existencialidade metafenomênica.

Terceiro vem a vitalidade e seu poder.

 Quarto vem a inconsciência vital.

Quinto vem a vida e a mente, a razão e o conhecimento.

Sexto vem o ser.

Sétimo vem o aprimoramento direcionado já dentro da vida e regido pelo poder vital.

E um age sobre o outro nesta ordem, do primeiro até o sétimo.



Ou seja, o fundamental não é o anterior [tempo], a estrutura e lugar [ matéria, processos, dialética e lugar], a sociedade e razão como marcos de uma era [o ser da era]. Mas sim, segue pilares firmes da realidade, segue um aprimoramento direcionado e determinado, segue um poder.



A realidade não caminha em direção ao absoluto, mas sim, a realidade vem do absoluto, do imanente até chegar ao transcendental craciológico para depois chegar ao fenomênico e o transitório.

Ou seja, há três condições que produz e é a realidade.

A primeira a imanente – o divino e a alma cósmica.

A segunda o transcendental - o poder vital. O metafenomênico e metaexistencial, o direcionado, o determinado.

A terceira  - o fenomênico e o transitório - o estruturado e materializado, racionalizado e lógico. O aprimorativo.

Ou seja, a realidade vem de uma causa e realidade absoluta para uma realidade transitória. Ou seja, ela não caminha em direção ao absoluto, mas em direção à transitoriedade.



A realidade não é a marca do tempo, do espaço, do fenômeno, do processamento, mas do poder, da alma cósmica, do divino, do poder vital, da ordem e alinhamento cósmico pelas faixas e camadas graceli, da simetria biológica, da lógica transcendental e racional, dos sentimentos e do direcionamento programado.



Assim, a realidade, a vida, a mente seguem e se estruturam em três pilares fundamentais. Os imanentes de causa fundamental, e os transcendentes de poder, ação e transformação, e estruturação. E os transitórios e fenomênicos.



A estruturação pode ser encontrada na realidade material, na mente, na vida metabólica, morfológica e aprimorativa, e na lógica mental e sentimentos.



A existencialidade, a transcendentalidade direcionada, o poder, a vitalidade são os eixos e veículos da duração, e não a consciência, a memória ou o tempo.


O ser é um foco de poder direcionado e aprimorativa programada.

O livre arbítrio existencial não se encontra no homem, mas sim na existencialidade, no poder, na transcendentalidade e na vitalidade, o homem e a consciência são os resultados do que o produz e está inserido dentro dele.
                                                                 

Assim, como a razão e a emoção, inconsciência, estímulo, vontade, instintos sentimentos, psiquê são resultados e elementos do universo que os formam e que chegou até eles.


Logo, o conhecimento também é um resultado desta atividade transcendental, vital, direcionada e existencial de poder e potencialidade.



A realidade transcendental do conhecimento.

Retratamos o conhecimento a consciência a inconsciência ligada ao cérebro e seu funcionamento nervoso, mas a vida, a vitalidade e os espíritos também têm conhecimento, consciência e inconsciência.

Pois, a vida tem a sua própria consciência e conhecimento de seu funcionamento vital e orgânica, transcendental e aprimorativo.

A vitalidade tem o seu direcionamento funcional e transcendental.

Os espíritos têm medo da cruz, e sabem reconhecer uma ameaça. E alguns defendem o seu espaço quando atacados por imoralidades.


Ou seja, espíritos e vida não têm cérebro e tem conhecimento, consciência e inconsciência. Ou seja, isto leva o conhecimento para outra instancia [e fora] do cérebro e da materialidade e funcionalidade dos neurônios.

Com isto há uma divisão fundamental da realidade do conhecimento que antes era ligado ao cérebro, e agora passa a estar ligado ao transcendental, ao metafenomênico, ao existencial, ao vital e o poder.


Leva-nos a uma realidade mais abstrata do que a material, e nos retrata ao divino, à alma cósmica e seu poder.



Terceira parte.


Com isto vamos além de um conhecimento meramente anímico, ou do antes e do agora, ou do outro sobre o outro, mas uma razão transcendental de poder e direcionamento e de componentes cósmicos e metaexistenciais.


Saímos do eixo matéria [ou físico] e mente [ou psicologia] e entramos num outro eixo, que é o vital, o transcendental, o do poder, a da alma cósmica, do direcionamento e aprimoramento programado frente ao acaso.

A causa fundamental da vida não está dentro da vida [élan vital], pois, é como a vida ser a causa de si, e a causa primeira de si, e ter todos os poderes sobre si.



Porém, não é. Pois, há um propósito superior, uma alma e energia cósmica, o divino, uma metaexistencialidade sobre todas as coisas. E a resposta para isto se encontrada na simetria biológica, no alinhamento cósmico [ver código graceli da natureza], no conhecimento unificado, no esforço da vida para transcender e aprimorar-se, na racionalidade vital onde são reconhecidos vírus e bactérias e o organismo se imuniza para combatê-los mostrando que tem não só uma racionalidade de reconhecimento, mas um poder de produzir anticorpos para tal combate.


Ou seja, a causa fundamental está no transcendental [alma cósmica] e fora da vida, e não dentro da vida [élan vital].





Quarta parte.

Os componentes fundamentais da realidade seguem esta ordem. De um sobre o outro.

Primeiro - o divino e a alma cósmica.

Segundo - o propósito, o metaexistencial, e o metafenomênico. O transcendental.

Terceiro - o poder, a potencialidade, a vitalidade, o direcionamento, a racionalidade vital, a inconsciência vital.

Quarto – a vida, o ser, o aprimoramento, os espíritos, a mente.

Quinto – o homem, o bem, a química e física, e o cosmo e a cafq graceli.



Racionalidade vital.

A vida em sua racionalidade própria – um dos exemplos é o sinal que o organismo dá para o ser que precisa se alimentar, beber, descansar.

Outro sinal é o sinal da dor.

Outro é o do sentimento, do acasalamento, e outros.

Imunidade, etc.


Vemos que os primeiros são as causas fundamentais da realidade, pois são imanentes e não transcendentes.

Depois segue os transcendentes de ação sobre os outros.


Teoria de potencialidade biológica.

Depois vem o poder de ação que dirige a vida, a mente a o homem. Pois a vida construiu uma forma de eternidade através do poder, criando a reprodução de por novos, renovação de celular por novos, regeneração de órgãos e tecidos por novos, e construiu a morte para a manutenção da vida por novos e mais resistentes.


Ou seja, o poder é um agente primeiro sobre a vitalidade e vida, e a vitalidade e vida sobre o ser. Pois, o ser conhece a morte num curto espaço de tempo. Enquanto a vida tenta se proteger com todos os seus poderes e potencialidades vitais, criando mecanismos, potencialidades, novas funções e metabolizações, órgãos e membros, reprodução, renovação e regeneração.

Com seres com potencialidades diversas.

Como o homem que tem um pensamento e sentimento bem apurado.

As enguias que produzem eletricidade.

Os carrapatos que vivem mais de um ano sem se alimentar de sangue e reproduz para mais de dez mil durante a sua vida.

Os vagalumes que produzem luminescência por transformação química. Etc.


Ou seja, o que dirige a vida e a mente não é a vontade, mas o poder, a potencialidade, a vitalidade e a racionalidade vital.


Com isto não é o meio que determina as espécies, pois, num mesmo meio varias espécies desenvolvem potencialidades, metabolizações, órgãos, funções, reproduções, tempo de vida, etc. diversa de uma da outra.

Isto se pode confirmar em morcegos, em formigas, em carrapatos, em macacos, em gafanhotos, em aranhas etc.

Ou seja, há várias espécies de formigas num mesmo habitat, várias espécies de baleias, peixes e moluscos. Etc.

Assim, o determinante não é o meio, mas a potencialidade e o poder, e as espécies não ocorrem ao acaso, mas sim cada uma tem um direcionamento e potencialidade própria que elas desenvolvem conforme o seu poder vital de ação sobre si mesma.

Ver teorias de graceli da biologia [potencialidade, inversão, ordem direcionamento e simetria], psicologia e metafenomenia. Publicadas na internet.

A ordem e direcionamento são pela genética e funcionamento metabólico.




A vitalidade cônscia.

Não é a mente, o inconsciente da puberdade, os sentimentos, emoções, instintos, pulsões, vontades, racionalidade e memória, mas sim a vitalidade cônscia o agente do universo psíquico, do direcionamento vital, da razão e emoção.

Pois, a mente não se encontra só no cérebro, mas em toda corpo e em toda célula tem a sua racionalidade, psiquê e emotividade, pois, cada célula é inserida de poder, potencialidade e racionalidade.



Ou seja, assim, como a vida, a mente também é regida e direcionada por uma racionalidade vital.

Por exemplo, a vida de abelhas macho [zangões] são programadas para um término após a reprodução, pois, no inconsciente vital [vitalidade cônscia] eles sabem que vivem apenas para a reprodução.

Os outros seres também sabem no seu inconsciente vital.


Encontramos a ordem da simetria biológica na genética.

E a genética como uma construção do poder vital e potencialidade.
A essência da transcendentalidade não é a reprodução, mas, o poder e a potencialidade.


O amor [Eros] não é o objetivo da vida, pois há outras formas de reprodução encontrada pela vida para que isto se realize. Como replicação celular e regeneração.


Porém, na sexualidade ocorre a renovação pelo novo e a reconstrução de novos para que a vida se mantenha na sua existencialidade e transcendentalidade.


Por isso que a vida construiu a reprodução, órgãos e metabolizações, hormônios com esta finalidade, e construiu também a morte [thânatos]. Para a renovação de novos pelos novos.


Assim, a essência última da realidade e da vida é o poder e a potencialidade.

O poder rege a vitalidade cônscia, o élan vital, e a vontade. A transcendentalidade vital.

É bom saber que há significados diferentes para transcendentalidade. No caso aqui é o sentido e direção da vida na mudança para o novo.


As substâncias do mundo é a alma cósmica e o poder.

A realidade não se realizada através de contrários para se formar uma síntese, uma unidade, um absoluto.

A realidade se processa lentamente num processo aprimorístico regido pela alma cósmica e o poder. Isto está muito presente na natureza.


O bem não contém o mal.


A unidade se encontra no início e não no fim.

A realidade caminha para sua realização transcendental e para um absoluto.

Ela advém do absoluto. Uma das provas é a diversidade de vidas, de formas, de células, de astros, etc.


Ou seja, o transcendental, a transcendentalidade, o poder, lentos e direcionados processam a realidade. Ou seja, a realidade não é o resultado de contrários e processos dialéticos, mas do poder.


E a realidade surge do absoluto, e não parte para ele.


A essência fundamental não está no homem ou na razão, mas no poder e no transcendental. Daí advém a vitalidade e a vida, o direcionamento e a ordem.



Quinta parte.

Uma crítica a crítica.


A mente não é o determinante da realidade, mas sim a realidade é o determinante da mente. Não porque temos uma percepção e análise lógica da realidade, mas por que a mente se constrói a partir da vitalidade. E mente e vitalidade são componentes da realidade.


O mundo não tem ordem pela mente, mas a mente e  o mundo seguem a ordem, simetria e direcionamento.


A ordem se encontra na própria realidade que advém do poder e da alma cósmica.



A mente não é como uma cera onde a realidade e o conhecimento são moldados, mas sim, o conhecimento surge da alma cósmica, do poder transcendental e da alma cósmica.



A mente é uma ferramenta da vitalidade, e a vitalidade uma ferramenta do poder e da transcendentalidade, e esta uma ferramenta da alma cósmica.



Antes de haver a racionalidade da mente há a racionalidade vital [vitalidade cônscia]. E a mente é mais uma ferramenta da vitalidade.

Pois, vemos toda uma organização, ordem, direcionamento, simetria morfológica e funcional, transcendentalidade e direcionamento no universo vital, pela reprodução, replicação celular, regeneração, etc.


Sexta parte.

Sobre a desmaterialidade.

Ver tratados de graceli da fisicidade e quimicidade e código graceli da natureza.




Sétima parte.


Três parâmetros da Lógica de graceli.


1- Fundamenta-se na lógica da ordem, da simetria, do poder, do absoluto sobre a realidade.

2- Fundamenta-se na lógica da analogia.

3- Fundamenta-se na lógica da unidade.



Vitalgênese. A alma da vida evolui e transforma a matéria.

Uma coisa é o ser outra coisa é a vida.

Ser e vida se transformam a e alteram a matéria.

Assim, o que evolui não são as espécies e nem o ser, mas a vida que se encontra dentro do ser e das espécies.

Onde cria mecanismos funcionais, órgãos, funções, reproduções, replicações celulares, simetrias e genética, e transcendências para se perpetuar e aprimorar-se.


O poder vital se aprimora à proporção que a alma vital evolui. E a sua potencialidade de evolução atua sobre a vida, o ser e as espécies.

O espírito também evolui.


Craciobiogênese. A vida que surge pelo poder, e do poder surge a alma vital, da alma vital a vida, o ser e as espécies.

Incluir a simetria da vida.


Teoria graceli de potencialidade biológica.
Teoria graceli da evolução da vida.

Código graceli de simetria biológica.

Teoria graceli de simetria e transcendentalidade biológica.


Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil – direitos autorais.

Colaborador – Márcio Piter Rangel


Teoria graceli de potencialidade biológica.

Depois vem o poder de ação que dirige a vida, a mente a o homem. Pois a vida construiu uma forma de eternidade através do poder, criando a reprodução pelos novos, renovação de celular pelos novos, regeneração de órgãos e tecidos pelos novos, e construiu a morte para a manutenção da vida pelos novos e mais resistentes.


Ou seja, o poder é um agente primeiro sobre a vitalidade e a vida, e a vitalidade e vida sobre o ser. Pois, o ser conhece a morte num curto espaço de tempo.

Enquanto a vida tenta se proteger com todos os seus poderes e potencialidades vitais, criando mecanismos, potencialidades, novas funções e metabolizações, órgãos e membros, reprodução, renovação celular e regeneração.

Com seres com potencialidades diversas.

Como o homem que tem um pensamento e sentimento bem apurado.

As enguias que produzem eletricidade.

Os carrapatos que vivem mais de um ano sem se alimentar de sangue e reproduz para mais de dez mil durante a sua vida.

Os vaga-lumes que produzem luminescência por transformação química. Etc.


Ou seja, o que dirige a vida e a mente não é à vontade, mas o poder, a potencialidade, a vitalidade e a racionalidade vital.



Com isto não é o meio que determina as espécies, pois, num mesmo meio várias espécies desenvolvem potencialidades, metabolizações, órgãos, funções, reproduções, tempo de vida, etc. diversa de uma da outra.

Isto se pode confirmar em morcegos, em formigas, em carrapatos, em macacos, em gafanhotos, em aranhas etc.

Ou seja, há várias espécies de formigas num mesmo habitat, várias espécies de baleias, peixes e moluscos. Etc.

Assim, o determinante não é o meio, mas a potencialidade e o poder, e as espécies não ocorrem ao acaso, mas sim cada uma tem um direcionamento e potencialidade própria que elas desenvolvem conforme o seu poder vital de ação sobre si mesma.


Ver teoria graceli da simetria biológica no código graceli da natureza. [acesso no google].



Comparações entre a teoria biológica de graceli com outras.

A vida, o crescimento, a evolução não segue desejos e funções compelindo estruturas e produzindo órgãos [Lamarck].

Não é produto do meio, do acaso, da seleção natural do mais forte sobre o mais fraco [Darwin].
[ver teorias biológicas de graceli no google].


Mas sim, a vida, o crescimento e a evolução é um produto do poder, da potencialidade vital, do direcionamento da racionalidade, da ordem.


Confirma-se que a vida se forma pelas potencialidades quando vemos a ordem na genética e na simetria, a transcendentalidade na reprodução, na replicação celular e genética, na regeneração, no nascimento pelo novo e o fim pela morte.


Na imunidade, na produção de anticorpos para defesa e ataque, na metabolização, na produção de hormônios específicos para cada espécie e tempo de vida com funções específicas para o seu uso.


Na potencialidade exclusiva de espécies ou de pequenos números, como a produção de luminescência pelos vaga-lumes.

Na grande reprodução dos carrapatos, no seu tempo de vida enorme se comparado com o seu peso. [ver teoria graceli biológica da inversão].


Na existencialidade puramente reprodutiva dos zangões, para a produção e continuidade das abelhas.


Ou seja, não é o acaso, ou uma seleção natural, ou desejos e funções dos seres e espécies, mas sim, um poder e potencialidade da própria vida e que está inserida nela.


Não está na psiquê, mas na vitalidade cônscia. No poder e potencialidade vital.


Complementam esta teoria as teorias biológicas, psicológicas e filosóficas de Graceli. [com acesso no google].


Pois, anterior à própria vida há um universo cósmico, metaexistencial e transcendental e que a vida faz parte.


Vitalgênese. A alma da vida evolui e transforma a matéria.


Uma coisa é o ser outra coisa é a vida.

Ser e vida se transformam a e alteram a matéria.

Assim, o que evolui não são as espécies e nem o ser, mas a vida que se encontra dentro do ser e das espécies.

Onde cria mecanismos funcionais, órgãos, funções, reproduções, replicações celulares, simetrias e genética, e transcendências para se perpetuar e aprimorar-se.


O poder vital se aprimora à proporção que a alma vital evolui. E a sua potencialidade de evolução atua sobre a vida, o ser e as espécies.

O espírito também evolui.




Craciobiogênese. A vida que surge pelo poder, e do poder surge a alma vital, da alma vital a vida, o ser e as espécies.

Incluir a simetria da vida.

Não são o desejo e a função os determinantes, mas a potencialidade e o poder, pois para ter o desejo primeiro deve-se ter o poder de ter o desejo, e a vontade.

E isto se encontra na vitalidade cônscia, e por sua vez a vitalidade cônscia surge também do poder e potencialidade vital.

Exemplo, um vaga-lume produz luminescência por que tem o poder e a potencialidade vital para isto.

Uma enguia tem a potencialidade vital para a produção da eletricidade, etc.

Outros têm uma vitalidade cônscia mais aprimorada.


É bom ressaltar que o determinante do poder e potencialidade é o transcendental e o metaexistencial.



Código graceli da vida e existência.


Teoria da Energia cósmica transcendental. Supravital.

Teoria graceli da simetria biológica.

Todo cosmo, toda vida e toda a mente são regidos e coordenados por uma energia cósmica transcendental.

Que existe na vida e no cosmo, mas não é o poder vital, a energia vital que se encontra dentro da vida. A energia cósmica transcendental se encontra em todo cosmo.

Porem, a vida tem os seus poderes internos e vitais que tem ação também sobre todo seu funcionamento e aprimoramento.


O mesmo acontece com a mente, sentidos, emoções e todos os inconscientes graceli [ver teorias psíquica de graceli – na internet].

Assim, há uma ordem e poder, uma energia cósmica que permeia todo cosmo, e que desenvolve o propósito metafenomênico existencial e vital.




Teoria graceli da evolução cósmica.
Teoria graceli do supravital.

Assim, não é o ser e nem a espécie que dita a organização da vida e evolução.

Mas a vida e a mente fazem parte de uma energia cósmica transcendental que projeta, direciona e faz acontecer uma evolução cósmica. Onde não é só a vida que evolui, mas a mente, a química, a física os espíritos e todo o cosmo.

Ou seja, a energia cósmica transcendental age sobre o todo e não sobre as partes.


Assim, as células, seres e espécies fazem parte de um propósito metaexistencial.


Pois, a vida, ser espécie não conseguiriam produzir uma veia, um coração, um ribossomo, um gene.


Pois, para fazer toda esta engenharia funcionar tem que haver uma racionalidade. E esta racionalidade tem que estar em algum lugar, como um maestro regendo uma orquestra e sabendo cada fase, início, meio e fim.


Assim, há algo muito maior, superior, transcendental dentro e fora da vida.


Assim, a vida sozinha não se organizou a ponto de ser simétrica, e com órgãos e membros simétricos.

Com funções especificas e organizadas para cada órgão.


Ou seja, a seleção natural não dita a evolução da vida, ou a própria vida.


Assim, antes do ser tem a vida, antes da vida o poder vital, antes do vital o supravital, e antes do supravital a energia cósmica transcendental.


 E tudo isto se encontra dentro da evolução geral de todo o universo, elementos químicos, funções, espíritos.

Ou seja, a evolução faz parte de um plano determinista.

Um exemplo pode-se citar o sentido da auto preservação auto organização e auto funcionalidade vital mostrando que há algo muito maior do que só materialidade no universo vital.


E este algo maior são o supravital, o metavital e a energia cósmica transcendental.





Teoria graceli da simetria biológica.

Os genes dão uma ordem, uma organização, uma continuidade, uma simetria funcional e morfológica a vida mantendo órgãos e seres numa quase continuidade perfeita.


Como exemplos têm os lados direito simétricos do esquerdo no formato dos órgãos, membros e dos dedos.


Na verdade o corpo é um conjunto de dois lados. O direito e o esquerdo, e que já iniciou com duas partes [esperma e óvulo].


Não são só os membros e órgãos que são simétricos ou divididos em duas partes – direita e esquerda, mas também a funcionalidade do cérebro e todo sistema nervoso.



Quando um dentista aplica uma anestesia num lado da arcada dentária só aquele lado até o centro será anestesiado, não passando para o outro lado.

Com isto se conclui que a inervação e o sistema nervoso também são formados de dois lados.



O mesmo acontece com o cérebro e a medula. E todos conjunto de ossos.

Provavelmente os óvulos, células e genes são divididos em dois lados.


Esta simetria funcional pode ser encontrada nos lados dos olhos. No pulmão. E outros órgãos.

Na verdade há um descanso das partes dos órgãos. Enquanto uma se encontra em grande atividade a outra diminui a sua atividade.


Isto acontece em períodos também com o pulmão, enquanto um lado trabalha o outro descansa.

Há uma organização nisto tudo. Até o sono tem esta função descansatória. Assim, há uma simetria morfológica e funcional da vida.

Assim, há um plano cósmico, uma energia cósmica transcendental regendo todo cosmo e sua evolução, juntamente com a vida e espírito.


A química da vida é uma das fases e objetivo deste plano cósmico.


A auto preservação é um componente deste plano auto direcionador.

A vida também procura a beleza e a simetria na funcionalidade.



A genética não é só a transcendentalidade, mas a ordem, a manutenção da ordem e a simetria funcional da vida.

Do contrário teríamos seres medonhos e funções anômalas. Certo que tem alguns morcegos que são medonhos. Porém suas funções e órgãos são simétricos.


Assim, a simetria é uma ferramenta do supravital e da energia cósmica transcendental.




Princípio dos lados direito e esquerdo.

A ponta do nariz é dividida em duas partes, o queixo, a língua, as costelas, e outros.

Uma estrela marinha de cinco extremidades é dividida em duas partes em cada extremidade.

O mesmo acontece com os tentáculos de polvos e lulas.

Os órgãos sexuais são formados de partes direita e esquerda, testículos e trompas e ovários nos dois lados. Os órgãos sexual masculino e feminino também têm a sua divisão e seguem uma simetria.

Os dedos têm o lado interno externo, e as funções de vasos também seguem este mesmo desenvolvimento. Como também o sistema nervoso.


Como o cérebro que a parte direita coordena a esquerda, e vice versa.


Também acontece com a eletricidade e energia do corpo – quando a parte direita e extrema do mamilo recebe um estímulo de eletricidade é sentida primeira na parte esquerda e lateral da língua e da parte lateral do olho esquerdo. E vice versa.

Assim, há uma simetria de funcionalidade e energeticidade além da morfológica.


E a simetria não é só morfológica, mas também funcional e aprimorativa e transcendental.


Assim, a simetria biológica passa a ser um parâmetro da ordem, do determinismo vital frente ao indeterminismo e acaso proposto pela teoria darwinista da evolução.


A simetria é uma ferramenta da perfeição da funcionalidade biológica.

A multiplicação celular sempre ocorre numa multiplicação por dois, que é simétrica.



Mesmo havendo a penetração de dois espermas num óvulo teremos gêmeos idênticos, ou seja, dois seres com três componentes num processo de assimétrico para simétrico.



Com isto, podem afirmar que há um poder, um direcionamento vital, supravital, de energia cósmica transcendental e poder divino regendo um plano para a existência e vida.


Assim, a vida é parte de um plano e de uma energia cósmica transcendental.



Os agentes e componentes fundamentais da vida são.


1- O divino.

2- A energia cósmica transcendental.

3- Plano superior da vida [metafenomênico, transcendental e metaexistencial].

4- O poder vital.

5- O inconsciente vital e aprimorativo.

6- A energia vital presente em todo o corpo, nos ribossomos e no magnetismo do corpo.

7- A física processual do corpo.

8- A química do corpo que tem ação direta sobre a física do corpo. E uma sobre a outra.





A vida química.

Antes de haver uma vida química para uma vida biológica há uma vida energética, presente nos centros de energia dos ribossomos, mas não vivo.

Toda corpo vital tem a sua própria energia e eletricidade.


Este riboenergético passou a aglutinar aminoácidos e energia processando o que se pode chamar de pré vida. Que levou ao processamento de aminoácidos e carbono num ínfimo aglomerado, onde surgiu a pré vida [ou a vida química].


Da pré vida surgiu a vida biológica do poder vital, reprodutiva, genética, mental, simétrica, espiritual, craciológica, e supravital.


Este processo de aglutinação ocorre em todas as partículas, sistema atômico e de campos principalmente a eletricidade e magnetismo proveniente do magneto graceli.


Ou seja, a vida surge da pré vida que se forma através da energia, eletricidade e magnetismo e do estágio químico da natureza [aminoácidos, carbono, água, exigênio, hidrogênio [componentes carregados de energia, eletricidade e magnetismo]].



A aglutinação destes componentes e processos centrados num só ponto levou ao surgimento da vida.

Ou seja, a vida surge de estágios de pré vida.

Esta é a parte energética estrutural da vida, porém há uma realidade cósmica supravital, uma energia cósmica sobre tudo isto inclusive um universo espiritual.






Teoria graceli biológica de fases.

A vida surgiu de fases com início de aglomerados energéticos para aglomerados de carbono e aminoácidos e cálcio, onde se forma os corais, liquens, vegetais, fungos, aglomerados de ribossomos a unicelulares, pluricelulares e supravital.


Ou seja, a vida não surgiu da lama, ou da química, mas da energia [aglomerados de eletricidade e magnetismo] para se tornar matéria, e depois matéria orgânica.


Até a forma de animais, vida com sentidos, sentidos e inconscientes vital, mente, genes, simetria, supravital, e espírito.


Porém, sobre tudo isto há uma energia cósmica transcendental, um pode divino, um poder dentro da própria vida e da vida.


O animal é um dos estágios da vida, e somos uma continuidade de campos [eletricidade e magnetismo], física, alquímica e química, sentidos e mente e emoções, genética e reprodução simétrica e direcionada, plano poder e supravital.


Como os seres vivos todas as partículas e campos se alimentam de energia, absorvem magneto graceli e expele radiação. E mantém um fluxo de energia.


Os seres vivos são carregados de energia, eletricidade e magnetismo e que este fluxo energético ajuda a manter o fluxo da vida.


Porém, nisto tudo há uma ordem, um poder supravital e energia cósmica transcendental.





Teoria graceli da Magnobiogênese. Energeticobiogênese.



A vida a partir da energia que tem origem do magnetismo e eletricidade.

Assim, a vida não surge de uma célula viva, ou química, mas de um aglomerado energético.


Temos mais magnetismo e energia nos ribossomos que centros de produção de energia [ver ciclo de Klebs].


A energia dá o estímulo aos sentidos, a mente, a vontade, a coordenação dos movimentos, ao inconsciente vital e mental. Coordena as funções metabólicas e do coração.


Há um grande aliado nos movimentos principalmente dos espermatozóides. Na produção de hormônios e do sistema nervoso.


Por isto que o ser e a vida são o conjunto de vários universo. O físico, o químico, espiritual, o de poder, e o supravital e transcendental.


A matéria e a energia são os substratos da vida. O poder é o agente e o plano da vida.


O corpo é atravessado por radiações, magnetismo e eletricidade e que ajuda no fluxo da vida. E ajuda a manter as funções da vida e energia dentro do ser.

Um dos alimentos dos ossos é a radiação solar, mas não só dos ossos, mas de todo corpo.

Alimentamos-nos também de energia.

Confirma-se isto nos cálcios que precisam da radiação solar para ativar as suas funções.

E a necessidade da luz na fotossíntese.



Sobre a replicação celular.

Teorias como a genética e a da evolução não conseguiram provar o que leva as células a se replicarem numa simetria dupla.

 E dá onde vaio o poder da organização celular. E a organização da vida para a reprodução.


E das características de cada sistema com células diferentes para aquelas funções. Pois as células sanguíneas não são iguais as do coração, e estas as dos outros órgãos e dos ossos.


Ou seja, há maior simetria na vida do que a física, a química e a química orgânica.


Assim, temos uma realidade com um plano cósmico que está além da própria vida. Onde a constituição física, química e biológica e sua transcendentalidade são o substrato e a estrutura da vida. E por trás há uma energia cósmica transcendental, poder vital inserido na própria vida.

Ou seja, a vida não é uma só realidade, mas várias realidades e componentes formando um.


Assim, a vida surge do supravital – propósito poder cósmico anterior superior a própria vida.


Pois, a energia e a matéria não teriam um poder de organização e ordem e simetria morfológica e funcional para produzir a vida, a reprodução, a auto replicação celular e ribossômica, aprimoramentos vitais, sensitivos, mentais, comunicatórios, locomotores, bioquímico e químico como na luminescência de vaga-lumes, camuflagem, mimetismo, etc.

Então fica uma pergunta da onde vem este poder e vontade.


Então temos o universo de energia cósmica e supravital, o vital, o físico, químico e biológico.


E a vida não surge da matéria, da energia, eletricidade, magnetismo, carbono e aminoácido, mas sim de algo superior e além da própria vida, que permeia todo cosmo que é uma alma cósmica de vontade e direcionamento.


Assim, o supravital é a alma cósmica.


A alma cósmica não é a energia vital, ou poder vital. O poder vital é um projeto e plano da alma cósmica na formação e desenvolvimento da vida.


Não está dentro da vida, mas faz parte e permeia o cosmo.

Surge de fora da vida e parte faz parte da natureza da própria vida.

Assim, a teoria da evolução e genética não conseguiu responder a causa da replicação celular e a origem e organização genética levando ao simetrismo morfológico, funcional e aprimorativo.





Teoria de estruturas de realidades.

A realidade não é única, há varias estruturas e formas de realidade, como. Energia, campos e matéria, química inorgânica e orgânica, corais, liquens, fungos, vegetais, animais, mente, espírito, sentidos, energia transcendental e poder cósmico.


A genética procura a perfeição e a simetria a funcionalidade perfeita.


O aprimoramento não se deve ao acaso, ou a variações espontâneas e ambientais, mas sim segue uma ordem, um direcionamento.


Um erro dificilmente leva a perfeição.


O pescoço e língua da girafa é um exemplo de não erro, mas de direcionamento vital para a sobrevivência, já que em épocas difíceis o alimento rasteiro faltava e era bastante disputado.

O mesmo acontece com todas modificações da vida.


Temos aí o poder vital direcionado e o poder da energia cósmica transcendental que capacita o poder vital.

Variação semelhante ocorre com a lombada dos camelos, pois se capacitam para sobreviver na falta de água.



Assim,

As teorias vigentes não conseguiram responder.

A duplicação do ser em partes direita e esquerda.

A simetria das partes e da funcionalidade simétrica.

A causa da replicação genética e celular.

 E qual a causa que levou os genes a existirem para manter a simetria morfológica e funcional da vida.

Diversificação da potencialidade vital de espécie para espécie.
Exemplo.

O homem tem o pensamento lógico.

Aves podem voar.

Carrapatos podem viver até doze meses sem se alimentar e reproduzem mais de dez mil, e em relação ao peso é um dos que mais vivem.

Colibris que conhecem as dimensões espaço e tempo e energia [dimensões de graceli] que planam no ar mostrando que tem o domínio da potencialidade da energia das asas e do espaço e do tempo.



Ou seja, a vida caminha para uma indeterminalidade a partir de uma determinalidade. Ou seja, a vida caminha para uma multiplicidade de formas de vida conforme a potencialidade determinista da própria vida.

Os seres passam a construir a sua existencialidade.


Mas a vida constrói a morte e a renovação para sobreviver o novo. O novo ser e a nova vida e a nova espécie. Ou seja, somos transcendentais.

Para isto a reprodução já está estipulada no código genético. Os novos e fortes tem filhos mais fortes. Os velhos mesmo se foram fortes quando jovens terão filhos mais fracos.





Princípio da existencialidade.

É a lei da existência. O mesmo acontece com a replicação celular. Células velhas não têm grandes replicações.


O novo ser que nasce com a reprodução.

A nova célula que nasce com a replicação.

A nova espécie que nasce com a mutação.


O homem de hoje pode ser o homem de amanha.

Assim, a morte já é uma programação da vida para que a vida, os seres e espécies se mantenham sempre novos, fortes e renovados.

Para que mantenham as mudanças em perfeitos processos para o futuro da vida.




Ou seja, há um propósito superior à própria vida. Pois, se todos os seres fossem velhos a vida não se renovaria. Para isto a reprodução ocorre mais com os novos.

Abelhas têm os zangões só para a reprodução depois eles morrem. Algumas espécies de aranhas fêmeas comem os machos após o acasalamento.



O código da vida e da existência já vem no ser. Ou melhor, já existe mesmo antes do ser existir.

Ou alguns seres existem só para cumprir funções reprodutoras, ou todos existem só para cumprir funções.

Ou sua vida e existência já é parte de um plano determinista mesmo antes da vida.




Assim, temos o código da existencialidade e vida que é a energia cósmica transcendental e do divino sobre o poder vital e plano existencial.

E estes sobre o simétrico vital e a potencialidade vital.





Teoria da potencialidade vital.

Parâmetros existenciais.


A potencialidade vital varia de espécie para espécie, pois se compararmos o tempo de vida do carrapato com a tartaruga em relação ao peso verá que o carrapato tem uma existência mais de mil vezes a da tartaruga, mesmo esta vivendo mais de trezentos anos. [ver teoria biológica da inversão - de graceli – publicada na internet].

Não relacionei a existência das bactérias.





Sobre os filhos dos mais velhos.

Filhos de seres mais velhos tendem a ser mais fracos e não perpetuar a prole por muito tempo.

O mesmo acontece com filhos de parentes muito próximos que na maioria das vezes nascem com problemas funcionais.


Ou seja, a natureza se encarregou de por parâmetros e ordem na vida e na existência.

Por isto que há algo superior à própria vida. Que é o poder vital e a energia cósmica transcendental.


E o vital tem a sua racionalidade, ou melhor, só somos racionais por que a vida é racional.


Assim, há um plano, um poder, um direcionamento, uma ordem, uma energia transcendental regendo todo cosmo, vida e mente.


Porém, Deus existe e espíritos existem. Não escreveria isto se não tivesse testemunhado a existência de espíritos.


Assim, há a energia cósmica transcendental geradora do cosmo, vida, mente, existência, espíritos.


A vida transcende pela genética, replicação celular, reprodução e mutação.


Assim, o código graceli da vida e existência é a energia cósmica transcendental, poder divino e poder vital.


Inclui neste trabalho o transcendental – teoria filosófica sobre o poder e a realidade – publicada também na internet.





Teoria graceli Psicotranscendental.

Propósito.
Psíquico metafenomenal.
Poder vital psíquico.
Transcendental.
Psíquico vital.
Psiquímismo.
Psicossomático.


A mente tem uma origem a partir da vida. E vai dar uma origem meta vital – um propósito anterior à própria vida.

Por isto pode-se falar que a mente que é uma parte e ferramenta que trabalha para o funcionamento e transcendentalidade da vida, também faz parte de um propósito metafenomenal, ou seja, o psíquico é metafenomenal.

Assim, a vida também é um poder vital psíquico, por ser uma parte do conjunto do que é a vida.

E a mente além de ser metatranscendental também é transcendental, pois faz parte da natureza da vida genética de reprodução, replicação genética e transcendência de características.

Assim, a mente também é constituída de poder vital psíquico.

E faz parte do universo vital e transcendental, além do metatranscendental.


Porém, a mente é constituída de um mecanismo físico e químico e que tem ação direta sobre o funcionamento da mesma. Ou seja, o universo orgânico e metabólico tem ação e função sobre o psíquico.

Porém, o psíquico também tem ação sobre o próprio psíquico, isto pode ser chamar de psiquismo.

Uma pessoa com depressão pode aumentar o problema se ela não trabalhar para a sua melhora.

Ou mesmo a morte de um pai ou mãe pode levar a um trauma psíquico se a pessoa entrar num isolamento social, familiar e psíquico.


Porém a pessoa já nasce com uma carga genética de pré-disposição para isto. Isto se pode chamar de genética psíquica. E que conforme as situações social e familiar a pessoa pode ter uma maior ou menor possibilidade de cura e [ou] convívio social.


Craciopsicogênese. O poder que cria a vida cria também a mente.

O poder cria a vida sobre a matéria.


Relatividade psíquica.

O homem, o ser a mente são o resultado existencial, temporal, espacial, cósmico, biofisicoquímico até aquela época e lugar.

Ou seja, o ser a mente, o homem em si não são eles, mas sim a temporalidade até eles.

Ou seja, como a vida, a mente representa tudo que passou e chegou até ela.

A cósmica, biofisicaquímica também faz parte desta temporalidade e processos de formação, ápice, aprimoramento e estágio transcendental.


Pois, a mente trabalha conforme todo desenvolvimento existencial, cósmico, e biofisicoquímico e vital. Que são componentes fundamentais na formação e estrutura da mente, ser, vida, homem e sociedade.


Ou seja, a mente não é produto da genética, mas sim, da temporalidade existencial, cósmica, vital, e biofisicaquímica.


Por isto torna-se relativa, variável e indeterminável.


Assim, como o homem, a sociedade, o ser, a realidade, a existencialidade, e a transcendentalidade metafenomênica.


Assim, a referência não está no outro, mas no conjunto que o antecedeu, ele é o ápice, o estágio transcendental daquela realidade e existencialidade.

A gênese do inconsciente está no universo vital, alma vital e no conjunto do que o antecedeu [psicoinconsciente, psiquicogênese], e não na sexualidade ou na repressão.


Inconsciente, mente e sexualidade são componentes transcendentais desenvolvidos pela vitalidade e energia cósmica transcendental para funções específicas para a formação direcionada da vida.

[para uma melhor compreensão ver textos publicados por graceli na internet].



A base se encontra na metapsicologia – e inconsciente e sexualidade se encontram no transcendental, no propósito psicofenomênico.


Na simetria e transcendentalidade da vida está exposto por que temos órgãos sexuais, o hormônios para atração e reprodução, replicação celular e de órgãos, etc. assim como a replicação de células do cérebro.


Ou seja, a vida faz parte de um plano cósmico superior à própria vida, regido pelo divino e pela energia cósmica transcendental.


Não é a autoridade do outro que se imprime em cada um de nós.

Mas, o transcendental, o cósmico, o vital, o existencial que chega até nós e que se desenvolveu por milênios. Ou seja, não é o outro, mas o anterior.






METAFENOMENIA EXISTENCIAL TRANSCENDENTAL E FENOMENIA  de Graceli.




Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil – direitos autorais.

Colaborador – Márcio Piter Rangel


A realidade se desenvolve nesta ordem de ação de um sobre o outro.



1- Divino.

2- Energia [alma] cósmica transcendental.

3- O transcendental [transcendência inserida de poder, direcionamento e ordem].

4- Alma vital e poder vital. Racionalidade vital.

5- Vida. Inconsciente vital.

6- Inconscientes e Mente.

7- Ser [constituído dos componentes anteriores e o substrato que é a materialidade].

8- Racionalidade, estímulo e emotividade.

9- Unicidade e ordem cósmica e astronômica.                      10 - Código graceli simétrico biológico, alma vital e código graceli da vida e mente.

11 - Código graceli do inconsciente.
12- Inconsciente vital.



Introdução.

Para as religiões o alvo de Deus é o homem, para o gracelinismo o alvo de Deus é a ordem, o poder e a vida.

Para a filosofia o alvo da realidade é o sujeito e a unidade, para o gracelismo é a ordem cósmica, a unidade, a existencialidade, a metafenomenalidade, a transcendentalidade, o poder e a vitalidade.

O homem não é mais o centro.

Para a filosofia a racionalidade se encontra no cérebro, para o gracelismo se encontra no poder, na ordem, simetria, unidade, e na vitalidade.

Para a psicologia a mente é regida pelo inconsciente, para o gracelismo é regida pela vitalidade e existencialidade.

Para a biologia o universo material tem ação fundamental para a vida, para o gracelismo é a energia cósmica transcendental, a existencialidade e metaexistencialidade, o poder e a vitalidade.



Para biologia as espécies evoluem, para o gracelismo o poder vital e a vitalidade evoluem, e auto direcionam esta evolução, por isto que existem várias formas e funcionalidades tanto vitais, biológicas e psicológicas.

                                                

Para a física, química, astronomia e cosmologia o universo não segue uma ordem, uma simetria, um direcionamento. O gracelismo e a cafq graceli mostram esta ordem, nas faixas e camadas graceli, no alinhamento astronômico e cósmico, e na produção da esferificação. [ver teorias cosmológicas de Graceli e o universo fluxonário estruturante].




Primeira parte.

Craciobiogênese. E código graceli da potencialidade vital.

A vida não surge da não vida, matéria, abiogênese. Pois, para isto acontecer a matéria deveria conter em si a alma vital, e ter uma programação para a própria vida. E uma racionalidade vital e mental.

A vida não surge da própria vida, biogênese. Pois, se ela surgisse da própria vida já seria a vida. E ela em si teria o poder e a ordem e direcionamento vital. Ou seja, ela mesma desenvolvendo isto teria que ter inserido nela este poder de racionalidade vital, transcendental e de aprimoramento.



Logo, a vida, só pode surgir de uma alma vital, uma alma cósmica, uma energia cósmica e poder cósmico. Onde cada vida é constituída desta alma vital e cósmica. Esta explicação surge do inexplicável, pois, deve surgir de algum ponto, lugar, tempo, poder, processamento, vontade para haver tanta ordem, direcionamento, racionalidade vital, simetria biológica morfológica e funcional [ver simetria graceli], direcionamento transcendental e aprimoralístico. Abrimos assim, uma craciobiogênese, a biogênese pelo poder.




Temos no poder o direcionamento da vida, pois a mesma segue uma racionalidade existencial própria para se manter e persistir como existente, e esta racionalidade é encontrada em todos os mecanismos desenvolvidos pela mesma para se manter na sua existencialidade. Como, reprodução, replicação celular, metabolismo, mimetismo, regeneração, defesa e ataque a bactéria, aprimoramento, reconhecimento de vírus e imunização.



Reprodução de seres jovens e produção de hormônios e órgãos para isto, simetria biológica e funções e potencialidade especificas para cada necessidade vital e existencial presente em cada espécie e ser.



O que é determinante não é a complexidade e o número de células e tamanho dos seres de cada espécie, mas o poder e a potencialidade de cada um. Ou melhor, de cada vitalidade.



Por isto que os seres mais complexos e maiores não são o que vive mais e tem mais ferramentas existenciais e vitais.


Uma formiga vive mais do que o homem se for feito uma proporção em relação ao peso e tempo de vida entre os dois.


Um carrapato vive até um ano sem se alimentar de sangue. E tem uma reprodução de mais de dez mil filhotes.


Outros animais pequenos conseguem se locomover e voar com facilidade, eles desenvolveram através de suas potencialidades asas para isto.


Outros são luminescentes, como no caso dos vaga-lumes e de alguns cupins, ou seja, desenvolveram um processo que transformam a energia e química interna em luz. [Ver teoria graceli da inversão biológica].



Animais abissais conseguem sobreviver com facilidade sob a pressão da água, do sal e sem luz.


Ou seja, a matéria não teria tanto poder para produzir tanta racionalidade e direcionamento na produção da vida. E a vida sozinha não surgiria do nada com tanta potencialidade para funções e órgãos vitais.



Logo, a vida só pode ter uma origem fora da vida e fora da matéria. Para isto que recorremos à alma cósmica transcendental. Que é a craciogênese.
                            


Segunda parte.

Não é a materialidade, o psicologismo, o tempo e o espaço, a energia dimensional de graceli [ver código graceli da natureza], os determinantes da natureza, da realidade, da vida e da mente.

Mas, é no poder e na alma [energia] cósmica transcendental que encontramos os determinantes.

Não está dentro da vida, não brota de dentro para ser formar realidade, não está na matéria, pois esta deveria ter contido nela este poder, não está no outro e muito menos no anterior para aparecer no posterior e no presente [tempo].



O que procuramos é a causa fundamental da vida e da existência, da ordem, da simetria e do direcionamento, da transcendência e da existencialidade [sentido direcional por poderes para manter a existencialidade], da forma e da funcionalidade organizada e direcionada, o aprimoramento e a transcendentalidade.



Logo, a causa fundamental não pode estar contida na matéria que a partir dela se forma a vida e toda ordem e direcionamento vital.


E não pode estar contida na própria vida, pois se a vida surge da vida, logo ela veio de si mesma, e toda esta causa fundamental já estava contida nela.


Ou seja, quando não encontramos algo num ponto abrimos as possibilidades para que este algo seja encontrado em outros pontos e lugares, ou poderes e alma [energia].

Assim, saímos da materialidade, dos processos, do élan vital, da temporalidade [do anterior sobre o posterior] e do espaço, do acaso, e da espontaneidade.



E entramos num novo eixo, que é o do poder, da alma e energia cósmica transcendental na estruturalidade da realidade, da vida, da mente, do conhecimento, da ordem e alinhamento cósmico. Da simetria biológica.



Primeiro - da existencialidade e transcendentalidade.
Segundo – da vitalidade.
Terceiro – da ordem, do direcionamento, da simetria.
Quarto – da vida.
Quinto – do ser.
Sexta – da racionalidade – cósmica.
                                            Vital.
                                             Inconsciência.
                                             Mental.
                                             Emocional.
Sétimo - do universo psíquico.
Oitavo – do universo estruturado e material.




Segunda parte.

Categorias fundamentais da realidade.

A essência e a causa fundamental da realidade, da vida, do ser, da mente, da consciência, e outros é o divino e a alma cósmica transcendental.

Depois vem o transcendental inserido de poder e direcionamento, o poder e a existencialidade metafenomênica.

Terceiro vem a vitalidade e seu poder.

 Quarto vem a inconsciência vital.

Quinto vem a vida e a mente, a razão e o conhecimento.

Sexto vem o ser.

Sétimo vem o aprimoramento direcionado já dentro da vida e regido pelo poder vital.

E um age sobre o outro nesta ordem, do primeiro até o sétimo.



Ou seja, o fundamental não é o anterior [tempo], a estrutura e lugar [ matéria, processos, dialética e lugar], a sociedade e razão como marcos de uma era [o ser da era]. Mas sim, segue pilares firmes da realidade, segue um aprimoramento direcionado e determinado, segue um poder.



A realidade não caminha em direção ao absoluto, mas sim, a realidade vem do absoluto, do imanente até chegar ao transcendental craciológico para depois chegar ao fenomênico e o transitório.

Ou seja, há três condições que produz e é a realidade.

A primeira a imanente – o divino e a alma cósmica.

A segunda o transcendental - o poder vital. O metafenomênico e metaexistencial, o direcionado, o determinado.

A terceira  - o fenomênico e o transitório - o estruturado e materializado, racionalizado e lógico. O aprimorativo.

Ou seja, a realidade vem de uma causa e realidade absoluta para uma realidade transitória. Ou seja, ela não caminha em direção ao absoluto, mas em direção à transitoriedade.



A realidade não é a marca do tempo, do espaço, do fenômeno, do processamento, mas do poder, da alma cósmica, do divino, do poder vital, da ordem e alinhamento cósmico pelas faixas e camadas graceli, da simetria biológica, da lógica transcendental e racional, dos sentimentos e do direcionamento programado.



Assim, a realidade, a vida, a mente seguem e se estruturam em três pilares fundamentais. Os imanentes de causa fundamental, e os transcendentes de poder, ação e transformação, e estruturação. E os transitórios e fenomênicos.



A estruturação pode ser encontrada na realidade material, na mente, na vida metabólica, morfológica e aprimorativa, e na lógica mental e sentimentos.



A existencialidade, a transcendentalidade direcionada, o poder, a vitalidade são os eixos e veículos da duração, e não a consciência, a memória ou o tempo.


O ser é um foco de poder direcionado e aprimorativa programada.

O livre arbítrio existencial não se encontra no homem, mas sim na existencialidade, no poder, na transcendentalidade e na vitalidade, o homem e a consciência são os resultados do que o produz e está inserido dentro dele.
                                                                 

Assim, como a razão e a emoção, inconsciência, estímulo, vontade, instintos sentimentos, psiquê são resultados e elementos do universo que os formam e que chegou até eles.


Logo, o conhecimento também é um resultado desta atividade transcendental, vital, direcionada e existencial de poder e potencialidade.



A realidade transcendental do conhecimento.

Retratamos o conhecimento a consciência a inconsciência ligada ao cérebro e seu funcionamento nervoso, mas a vida, a vitalidade e os espíritos também têm conhecimento, consciência e inconsciência.

Pois, a vida tem a sua própria consciência e conhecimento de seu funcionamento vital e orgânica, transcendental e aprimorativo.

A vitalidade tem o seu direcionamento funcional e transcendental.

Os espíritos têm medo da cruz, e sabem reconhecer uma ameaça. E alguns defendem o seu espaço quando atacados por imoralidades.


Ou seja, espíritos e vida não têm cérebro e tem conhecimento, consciência e inconsciência. Ou seja, isto leva o conhecimento para outra instancia [e fora] do cérebro e da materialidade e funcionalidade dos neurônios.

Com isto há uma divisão fundamental da realidade do conhecimento que antes era ligado ao cérebro, e agora passa a estar ligado ao transcendental, ao metafenomênico, ao existencial, ao vital e o poder.


Leva-nos a uma realidade mais abstrata do que a material, e nos retrata ao divino, à alma cósmica e seu poder.



Terceira parte.


Com isto vamos além de um conhecimento meramente anímico, ou do antes e do agora, ou do outro sobre o outro, mas uma razão transcendental de poder e direcionamento e de componentes cósmicos e metaexistenciais.


Saímos do eixo matéria [ou físico] e mente [ou psicologia] e entramos num outro eixo, que é o vital, o transcendental, o do poder, a da alma cósmica, do direcionamento e aprimoramento programado frente ao acaso.

A causa fundamental da vida não está dentro da vida [élan vital], pois, é como a vida ser a causa de si, e a causa primeira de si, e ter todos os poderes sobre si.



Porém, não é. Pois, há um propósito superior, uma alma e energia cósmica, o divino, uma metaexistencialidade sobre todas as coisas. E a resposta para isto se encontrada na simetria biológica, no alinhamento cósmico [ver código graceli da natureza], no conhecimento unificado, no esforço da vida para transcender e aprimorar-se, na racionalidade vital onde são reconhecidos vírus e bactérias e o organismo se imuniza para combatê-los mostrando que tem não só uma racionalidade de reconhecimento, mas um poder de produzir anticorpos para tal combate.


Ou seja, a causa fundamental está no transcendental [alma cósmica] e fora da vida, e não dentro da vida [élan vital].





Quarta parte.

Os componentes fundamentais da realidade seguem esta ordem. De um sobre o outro.

Primeiro - o divino e a alma cósmica.

Segundo - o propósito, o metaexistencial, e o metafenomênico. O transcendental.

Terceiro - o poder, a potencialidade, a vitalidade, o direcionamento, a racionalidade vital, a inconsciência vital.

Quarto – a vida, o ser, o aprimoramento, os espíritos, a mente.

Quinto – o homem, o bem, a química e física, e o cosmo e a cafq graceli.



Racionalidade vital.

A vida em sua racionalidade própria – um dos exemplos é o sinal que o organismo dá para o ser que precisa se alimentar, beber, descansar.

Outro sinal é o sinal da dor.

Outro é o do sentimento, do acasalamento, e outros.

Imunidade, etc.


Vemos que os primeiros são as causas fundamentais da realidade, pois são imanentes e não transcendentes.

Depois segue os transcendentes de ação sobre os outros.


Teoria de potencialidade biológica.

Depois vem o poder de ação que dirige a vida, a mente a o homem. Pois a vida construiu uma forma de eternidade através do poder, criando a reprodução de por novos, renovação de celular por novos, regeneração de órgãos e tecidos por novos, e construiu a morte para a manutenção da vida por novos e mais resistentes.


Ou seja, o poder é um agente primeiro sobre a vitalidade e vida, e a vitalidade e vida sobre o ser. Pois, o ser conhece a morte num curto espaço de tempo. Enquanto a vida tenta se proteger com todos os seus poderes e potencialidades vitais, criando mecanismos, potencialidades, novas funções e metabolizações, órgãos e membros, reprodução, renovação e regeneração.

Com seres com potencialidades diversas.

Como o homem que tem um pensamento e sentimento bem apurado.

As enguias que produzem eletricidade.

Os carrapatos que vivem mais de um ano sem se alimentar de sangue e reproduz para mais de dez mil durante a sua vida.

Os vagalumes que produzem luminescência por transformação química. Etc.


Ou seja, o que dirige a vida e a mente não é a vontade, mas o poder, a potencialidade, a vitalidade e a racionalidade vital.


Com isto não é o meio que determina as espécies, pois, num mesmo meio varias espécies desenvolvem potencialidades, metabolizações, órgãos, funções, reproduções, tempo de vida, etc. diversa de uma da outra.

Isto se pode confirmar em morcegos, em formigas, em carrapatos, em macacos, em gafanhotos, em aranhas etc.

Ou seja, há várias espécies de formigas num mesmo habitat, várias espécies de baleias, peixes e moluscos. Etc.

Assim, o determinante não é o meio, mas a potencialidade e o poder, e as espécies não ocorrem ao acaso, mas sim cada uma tem um direcionamento e potencialidade própria que elas desenvolvem conforme o seu poder vital de ação sobre si mesma.

Ver teorias de graceli da biologia [potencialidade, inversão, ordem direcionamento e simetria], psicologia e metafenomenia. Publicadas na internet.

A ordem e direcionamento são pela genética e funcionamento metabólico.




A vitalidade cônscia.

Não é a mente, o inconsciente da puberdade, os sentimentos, emoções, instintos, pulsões, vontades, racionalidade e memória, mas sim a vitalidade cônscia o agente do universo psíquico, do direcionamento vital, da razão e emoção.

Pois, a mente não se encontra só no cérebro, mas em toda corpo e em toda célula tem a sua racionalidade, psiquê e emotividade, pois, cada célula é inserida de poder, potencialidade e racionalidade.



Ou seja, assim, como a vida, a mente também é regida e direcionada por uma racionalidade vital.

Por exemplo, a vida de abelhas macho [zangões] são programadas para um término após a reprodução, pois, no inconsciente vital [vitalidade cônscia] eles sabem que vivem apenas para a reprodução.

Os outros seres também sabem no seu inconsciente vital.


Encontramos a ordem da simetria biológica na genética.

E a genética como uma construção do poder vital e potencialidade.
A essência da transcendentalidade não é a reprodução, mas, o poder e a potencialidade.


O amor [Eros] não é o objetivo da vida, pois há outras formas de reprodução encontrada pela vida para que isto se realize. Como replicação celular e regeneração.


Porém, na sexualidade ocorre a renovação pelo novo e a reconstrução de novos para que a vida se mantenha na sua existencialidade e transcendentalidade.


Por isso que a vida construiu a reprodução, órgãos e metabolizações, hormônios com esta finalidade, e construiu também a morte [thânatos]. Para a renovação de novos pelos novos.


Assim, a essência última da realidade e da vida é o poder e a potencialidade.

O poder rege a vitalidade cônscia, o élan vital, e a vontade. A transcendentalidade vital.

É bom saber que há significados diferentes para transcendentalidade. No caso aqui é o sentido e direção da vida na mudança para o novo.


As substâncias do mundo é a alma cósmica e o poder.

A realidade não se realizada através de contrários para se formar uma síntese, uma unidade, um absoluto.

A realidade se processa lentamente num processo aprimorístico regido pela alma cósmica e o poder. Isto está muito presente na natureza.


O bem não contém o mal.


A unidade se encontra no início e não no fim.

A realidade caminha para sua realização transcendental e para um absoluto.

Ela advém do absoluto. Uma das provas é a diversidade de vidas, de formas, de células, de astros, etc.


Ou seja, o transcendental, a transcendentalidade, o poder, lentos e direcionados processam a realidade. Ou seja, a realidade não é o resultado de contrários e processos dialéticos, mas do poder.


E a realidade surge do absoluto, e não parte para ele.


A essência fundamental não está no homem ou na razão, mas no poder e no transcendental. Daí advém a vitalidade e a vida, o direcionamento e a ordem.



Quinta parte.

Uma crítica a crítica.


A mente não é o determinante da realidade, mas sim a realidade é o determinante da mente. Não porque temos uma percepção e análise lógica da realidade, mas por que a mente se constrói a partir da vitalidade. E mente e vitalidade são componentes da realidade.


O mundo não tem ordem pela mente, mas a mente e  o mundo seguem a ordem, simetria e direcionamento.


A ordem se encontra na própria realidade que advém do poder e da alma cósmica.



A mente não é como uma cera onde a realidade e o conhecimento são moldados, mas sim, o conhecimento surge da alma cósmica, do poder transcendental e da alma cósmica.



A mente é uma ferramenta da vitalidade, e a vitalidade uma ferramenta do poder e da transcendentalidade, e esta uma ferramenta da alma cósmica.



Antes de haver a racionalidade da mente há a racionalidade vital [vitalidade cônscia]. E a mente é mais uma ferramenta da vitalidade.

Pois, vemos toda uma organização, ordem, direcionamento, simetria morfológica e funcional, transcendentalidade e direcionamento no universo vital, pela reprodução, replicação celular, regeneração, etc.


Sexta parte.

Sobre a desmaterialidade.

Ver tratados de graceli da fisicidade e quimicidade e código graceli da natureza.




Sétima parte.


Três parâmetros da Lógica de graceli.


1- Fundamenta-se na lógica da ordem, da simetria, do poder, do absoluto sobre a realidade.

2- Fundamenta-se na lógica da analogia.

3- Fundamenta-se na lógica da unidade.

















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